Paguei a FIV. Posso abater no IR?

Fertilização in vitro no imposto de renda

O que deduzir, que documento guardar e o que a Receita não aceita

A fertilização in vitro no imposto de renda entra como despesa médica, dedutível sem limite de valor na declaração completa, desde que haja nota fiscal em nome de quem declara ou de um dependente. A Nidavitae mostra o que entra, o que fica de fora e como recuperar parte do que você investiu no tratamento.

Planeje a sua FIV com a dedução na conta

Responda 5 perguntas e receba a indicação de um especialista em FIV com o custo, o parcelamento e o que pode ser deduzido.

Grátis1 minutoDados protegidos

  • Lista do que entra e do que fica foraConsultas, exames, procedimentos e honorários sim. Remédio de farmácia não.
  • Custo e parcelamento antes da consultaVocê sabe quanto vai investir e quanto pode recuperar na declaração.
  • Triagem gratuita e sem compromissoMarcar consulta é opcional. Você decide o próximo passo.

Você já se perguntou isto sobre a FIV e o imposto de renda?

Quem investiu na fertilização in vitro e quer recuperar parte do valor na declaração costuma chegar com uma destas dúvidas. Se uma delas é a sua, esta página responde antes de a Receita perguntar.

  • Paguei a FIV no ano passado e não sei se posso deduzir.Pode. Despesa médica com nota fiscal entra sem limite na declaração completa.

  • Gastei muito com remédio da estimulação. Isso entra?Medicamento comprado em farmácia não é dedutível, salvo quando faz parte da conta hospitalar.

  • A clínica me deu recibo, mas não nota fiscal.A Receita aceita recibo com CPF ou CNPJ do prestador, mas a nota fiscal evita questionamento.

  • A nota saiu no nome do meu marido e ele declara separado.Só deduz quem está na nota ou quem tem o titular da nota como dependente.

  • Parcelei a FIV no cartão. Deduzo o valor total ou só as parcelas?Deduz o valor pago no ano-calendário, conforme os comprovantes.

  • Tenho medo de cair na malha fina.A Receita pode pedir comprovação. Com nota fiscal e comprovante de pagamento, você responde em minutos.

Marcou pelo menos uma? A dedução no imposto de renda é a única forma de pagar a FIV que devolve dinheiro no ano seguinte. Organize os documentos desde a primeira consulta e some essa recuperação ao seu planejamento.

Planejar minha FIV com a dedução

Como a FIV entra no imposto de renda, em palavras simples

Fertilização in vitro no imposto de renda é a dedução das despesas médicas do tratamento na declaração anual: consultas, exames, procedimentos, honorários e conta hospitalar, sem limite de valor, na declaração pelo modelo completo. A dedução reduz a base de cálculo do imposto e pode aumentar a restituição ou diminuir o valor a pagar.

A regra vale para qualquer despesa médica, e a FIV entra como as demais. O que muda é o volume: um ciclo soma vários prestadores, e cada um precisa emitir documento correto. Por isso a dedução deve fazer parte do plano desde o início, junto com as outras formas de como pagar a fertilização in vitro. Se você ainda está montando o orçamento, leia o guia: como ler um orçamento de FIV.

  • Dedução sem limite de valor
  • Só com nota fiscal ou recibo válido
Mulher conversa individualmente com especialista sobre planejamento reprodutivo (imagem ilustrativa).
Mulher organiza notas fiscais e comprovantes do tratamento

O que entra e o que fica fora da dedução da FIV

A Receita Federal aceita como despesa médica o que foi pago a médicos, clínicas, hospitais e laboratórios, com documento em nome do declarante ou de dependente. O que é comprado em farmácia, por mais caro que seja, fica de fora. Como o valor da FIV muda de médico para médico, o guia: por que o preço da FIV varia tanto mostra onde estão as despesas dedutíveis.

Antes e depois da Nidavitae: sem a triagem, você começa o tratamento, junta recibos no fim do ano e descobre que metade não serve. Com a triagem, você chega à consulta sabendo quais documentos pedir a cada prestador e quanto pode recuperar.

Despesas da FIV que entram na declaração

  • Consultas com o especialista em reprodução humana
  • Exames de laboratório e de imagem
  • Procedimentos como coleta de óvulos e transferência
  • Honorários médicos e do laboratório de embriologia
  • Conta hospitalar , incluindo medicamentos nela lançados
  • Plano de saúde , pelas mensalidades pagas no ano
Saber o que posso deduzir no meu caso

Por que planejar a sua FIV pela Nidavitae

Quem começa sem planejamento paga o ciclo, perde a dedução por falta de documento e ainda deixa de comparar as formas de pagar. A Nidavitae indica o especialista em FIV para o seu caso, mostra o custo e o parcelamento antes da consulta e explica o que pedir a cada prestador para não perder a dedução.

  • O especialista certo, não o primeiro que aparece

    A Nidavitae indica um especialista em reprodução humana conforme a sua idade, o seu diagnóstico e a sua cidade. Você não perde meses testando consultórios.

  • O custo antes da primeira consulta

    Você recebe a estimativa do seu tratamento e as opções de parcelamento e financiamento antes de sentar na frente do médico.

  • Tratamento perto de você, ou com menos viagens

    Se não houver especialista na sua cidade, a Nidavitae indica a capital mais próxima e planeja as etapas para você viajar o mínimo possível.

  • Sem pressão e com os seus dados protegidos

    A triagem é gratuita, marcar consulta é opcional e o seu contato só vai para o especialista com a sua autorização.

O que entra e o que fica fora da dedução da FIV no imposto de renda
DespesaEntra na dedução?O que a Receita pede
Consultas, exames e procedimentosSim, sem limite de valorNota fiscal ou recibo com CPF ou CNPJ do prestador
Medicamentos comprados em farmáciaNão, mesmo com receitaNada, porque a despesa não é dedutível
Medicamentos na conta hospitalarSim, dentro da conta do hospitalNota fiscal do hospital com os itens discriminados
Despesa reembolsada pelo planoSó a parte não reembolsadaInformar o valor reembolsado na declaração

O que você vai viver ao declarar a FIV

Consultório, laboratório e o momento da declaração: três cenas em que um documento certo faz diferença no ano seguinte. Saber o que pedir em cada uma evita perder a dedução por um detalhe.

Ambiente de recepção e espera em uma unidade de atendimento (imagem ilustrativa).
Na clínica, peça a nota fiscal em seu nome ou no nome do dependente a cada pagamento.
Embriologista trabalha com placa de cultivo e microscópio no laboratório (imagem ilustrativa).
No laboratório e no hospital, a nota com itens discriminados é o que sustenta a dedução dos medicamentos.
Documentos, calculadora e materiais de organização sobre uma mesa (imagem ilustrativa).
Na declaração, cada pagamento é lançado com o valor pago no ano e os dados do prestador.

Passo a passo para deduzir a FIV no imposto de renda

A dedução começa no primeiro pagamento. Seguir a ordem abaixo evita perder despesas por falta de documento e reduz o risco de questionamento da Receita.

  1. ETAPA 01

    Peça a nota fiscal certa

    Em seu nome ou no nome do dependente, com CPF ou CNPJ do prestador, a cada pagamento.

    Durante o tratamento
  2. ETAPA 02

    Guarde o comprovante de pagamento

    Extrato, comprovante do cartão ou do boleto, guardado junto com a nota correspondente.

    Durante o tratamento
  3. ETAPA 03

    Separe o que não entra

    Medicamentos de farmácia e itens sem documento ficam fora da lista.

    Ao fim do ano
  4. ETAPA 04

    Escolha a declaração completa

    A dedução de despesas médicas só existe no modelo completo.

    Na declaração
  5. ETAPA 05

    Lance cada pagamento

    Informe prestador, CPF ou CNPJ e valor pago no ano na ficha de pagamentos efetuados.

    Na declaração
  6. ETAPA 06

    Guarde tudo por cinco anos

    A Receita pode pedir comprovação depois da entrega. Documentos organizados resolvem em minutos.

    Após a entrega

A nota fiscal deve ser pedida no dia do pagamento, e não no fim do ano. Uma FIV soma clínica, laboratório e hospital, e cada um precisa emitir o próprio documento em nome de quem vai declarar.

Dra. Mariana Costa Albuquerque, ginecologista e especialista em reprodução humana, CRM-SP 154.322, RQE 61.870, revisora médica da Nidavitae

Quer saber quanto vai investir e quanto pode recuperar?

O especialista indicado pela Nidavitae apresenta o custo do seu ciclo antes da consulta, e você planeja a dedução desde o primeiro pagamento.

Quanto custa a FIV e como a dedução entra no plano

O valor da fertilização in vitro muda de médico para médico e depende da cidade, da dose de medicamentos, do número de ciclos e de extras como o teste genético. A dedução no imposto de renda não reduz o que você paga na hora, mas devolve parte do valor na declaração do ano seguinte.

O plano de saúde não é obrigado a pagar a FIV, conforme o Tema 1.067 do STJ. Veja se o plano de saúde cobre FIV nos exames, compare o consórcio para fertilização in vitro e use a ferramenta para simular as parcelas da minha FIV. Na triagem gratuita, a Nidavitae reúne tudo isso para o seu caso.

Formas de pagar a sua FIV

  • Parcelamento na clínica , no cartão ou no boleto
  • Financiamento para tratamentos de saúde
  • Consórcio para quem pode planejar a data
  • Dedução no imposto de renda das despesas com nota fiscal
Simular o parcelamento da minha FIV

Da triagem à consulta em três passos

Você não precisa ligar para dez clínicas nem repetir a sua história várias vezes. A Nidavitae faz esse caminho com você.

  1. 1

    Responda a triagem

    Nome, WhatsApp, idade e cidade. Leva cerca de um minuto.

  2. 2

    Receba a indicação

    Um especialista em FIV para o seu caso, com custo, parcelamento e o que pedir para deduzir.

  3. 3

    Decida com números

    Marcar a consulta é opcional. Você escolhe como pagar e quanto recuperar na declaração.

Se preferir, você também pode falar com a equipe da Nidavitae pela página de contato. Para tratamento, a triagem é sempre o caminho mais rápido.

Leia antes de fechar o orçamento

Três leituras da Nidavitae para quem quer pagar a fertilização in vitro sem surpresa e sem perder a dedução.

Todos os guias da Nidavitae têm revisão médica e levam à triagem gratuita quando você decidir falar com um especialista.

Perguntas frequentes sobre FIV no imposto de renda

Posso deduzir a FIV no imposto de renda?

Sim. As despesas médicas da fertilização in vitro são dedutíveis sem limite de valor na declaração pelo modelo completo, desde que haja nota fiscal ou recibo em nome do declarante ou de um dependente. Entram consultas, exames, procedimentos, honorários e conta hospitalar. Medicamentos comprados em farmácia ficam de fora.

Quais despesas da FIV entram na dedução?

Entram consultas com o especialista, exames de laboratório e de imagem, procedimentos como a coleta de óvulos e a transferência, honorários médicos e do laboratório de embriologia, e a conta hospitalar, incluindo os medicamentos nela lançados. As mensalidades do plano de saúde também entram. Cada despesa precisa de documento com CPF ou CNPJ do prestador.

Os remédios da FIV são dedutíveis?

Não, quando comprados em farmácia, mesmo com receita médica. A Receita Federal só aceita medicamentos quando eles fazem parte da conta hospitalar, discriminados na nota fiscal do hospital ou da clínica. Como os medicamentos são uma parte grande do custo da FIV, pergunte ao especialista como a clínica emite esses documentos.

Existe limite para deduzir despesas médicas?

Não existe limite de valor para despesas médicas na declaração completa. O limite existe apenas no modelo simplificado, que usa um desconto padrão e não permite deduzir gasto a gasto. Por isso quem fez FIV costuma escolher a declaração completa, comparando o resultado dos dois modelos no próprio programa da Receita.

A nota fiscal precisa estar no meu nome?

Precisa estar no nome de quem declara ou de um dependente incluído na declaração. Se a nota saiu no nome do cônjuge e ele declara separado, só ele pode deduzir aquela despesa. Combine desde a primeira consulta em nome de quem cada prestador vai emitir o documento para não perder a dedução.

Recibo serve ou precisa ser nota fiscal?

A Receita aceita recibo com nome, CPF ou CNPJ e endereço do prestador, valor e data, além do comprovante de pagamento. A nota fiscal é o documento mais seguro, porque a clínica também declara o que recebeu. Sempre que possível, peça a nota fiscal e guarde junto o extrato ou comprovante do cartão.

Parcelei a FIV. Deduzo tudo de uma vez?

Deduz o que foi pago dentro do ano-calendário, conforme os comprovantes. Se o parcelamento atravessa dois anos, cada parte entra na declaração do ano em que foi paga. No financiamento bancário, a dedução é do valor pago à clínica, não das parcelas ao banco. Guarde a nota e os comprovantes de cada pagamento.

Deduzir a FIV pode me levar à malha fina?

Despesas médicas altas podem chamar a atenção, e a Receita pode pedir comprovação. Isso não é problema quando há nota fiscal ou recibo válido e comprovante de pagamento para cada lançamento. Organize os documentos durante o tratamento e guarde tudo por cinco anos. Com isso, uma eventual pergunta da Receita se resolve rápido.

O plano de saúde cobre a FIV?

O plano de saúde não é obrigado a cobrir a fertilização in vitro, conforme o Tema 1.067 do STJ, mas consultas e exames continuam cobertos. As mensalidades do plano são dedutíveis, e as despesas reembolsadas pelo plano só entram na parte não reembolsada. A maioria paga o ciclo de forma particular, parcelado ou financiado.

Como a Nidavitae ajuda a pagar a FIV?

A Nidavitae indica um especialista em fertilização in vitro para o seu caso e mostra o custo e o parcelamento antes da consulta, com a orientação de quais documentos pedir para deduzir. A triagem gratuita leva cerca de um minuto, com nome, WhatsApp, idade e cidade. Marcar a consulta é opcional, e a triagem não tem custo.

Cada nota fiscal guardada volta na declaração

Comece a sua FIV sabendo o custo, o parcelamento e o que pode recuperar no imposto de renda.

Fazer triagem gratuita