Qual é a sua família?

Quem pode fazer reprodução assistida

O caminho indicado para cada família, com especialista parceiro

Casal que tenta há mais de um ano, mulher que quer ser mãe sem parceiro, casal de mulheres, casal de homens, pessoa trans, mulher acima de 40: a reprodução assistida tem um caminho para cada família, e a Resolução CFM 2.320/2022 garante o acesso a todas elas. A Nidavitae mostra o caminho da sua, indica o especialista com experiência naquele caso e apresenta o custo antes da consulta.

Veja o caminho para a sua família

Responda 5 perguntas e receba a técnica indicada, o que a lei permite e a indicação de um especialista para o seu caso.

Grátis1 minutoDados protegidos

  • O especialista certo para a sua famíliaCom experiência em produção independente, casais homoafetivos e idade avançada.
  • Custo e parcelamento antes da consultaVocê decide sabendo quanto vai investir.
  • Triagem gratuita e sem compromissoLeva cerca de um minuto. A consulta é opcional.

Qual é a sua situação hoje?

Escolha a frase mais parecida com a sua. Cada caminho mostra a técnica que costuma ser indicada, o que a lei permite e como a Nidavitae ajuda você a começar.

Não encontrou a sua frase? A triagem gratuita com especialista em reprodução humana cruza idade, tipo de família e objetivo e indica o caminho certo para o seu caso.

Os 6 caminhos de reprodução assistida por família

A técnica muda conforme quem vai gestar, quem fornece óvulo e sêmen e a idade de quem tenta. O que não muda: todas as famílias abaixo têm acesso garantido pela Resolução CFM 2.320/2022 e registro da criança em cartório pelo Provimento CNJ 63/2017.

  • Tentando há mais de um ano

    Casal não consegue engravidar

    Exames dos dois, causa encontrada e tratamento de baixa ou alta complexidade. Até 34 anos, procure após 12 meses; de 35 a 39, após 6.

    Receber a indicação de um especialista para o casal
  • Sem parceiro

    Produção independente: como ser mãe solo

    Sêmen de doador anônimo de banco credenciado, inseminação ou FIV conforme a idade, e a criança registrada só no seu nome.

    Falar com especialista em produção independente
  • Duas mães

    Casal de mulheres: como ter filho

    Inseminação com doador em uma delas ou gestação compartilhada, em que uma doa os óvulos e a outra gesta. As duas no registro.

    Ver o caminho do casal de mulheres
  • Dois pais

    Casal de homens: como ter filho no Brasil

    Ovodoação com sêmen de um dos dois e barriga solidária cedida por parente de até quarto grau, sem pagamento, conforme o CFM.

    Ver o caminho do casal de homens no Brasil
  • Idade avançada

    Engravidar depois dos 40: chances reais

    FIV com óvulos próprios enquanto a reserva permite, PGT-A para escolher embriões e ovodoação quando a chance própria fica baixa.

    Avaliar minhas chances com um especialista
  • Preservar a fertilidade

    Reprodução assistida para pessoas trans

    Congelar óvulos ou sêmen antes da hormonização e usar depois, com parceiro ou parceira, por inseminação, FIV ou barriga solidária.

    Ver as opções para pessoas trans

Cada página explica a técnica indicada, o que o CFM permite, como fica o registro da criança, o que compõe o custo e como falar com um especialista parceiro que já atende famílias como a sua.

Qual técnica cada família costuma usar

A mesma tecnologia serve a famílias diferentes. O que muda é de onde vêm o óvulo e o sêmen, quem gesta e como a criança é registrada. Compare antes da consulta.

Técnica, doador e registro da criança por tipo de família na reprodução assistida
FamíliaTécnica mais comumPrecisa de doadorRegistro da criança
Casal tentandoIndução, inseminação ou FIVSó se houver indicaçãoNome do pai e da mãe
Mãe soloInseminação ou FIVSêmen de doador anônimoSó o nome da mãe
Casal de mulheresInseminação ou gestação compartilhadaSêmen de doador anônimoAs duas mães
Casal de homensFIV com ovodoação e barriga solidáriaÓvulo de doadora anônimaOs dois pais
Mulher acima de 40FIV, com ou sem ovodoaçãoDepende da reserva ovarianaNome da mãe e do pai, se houver
Pessoa transCongelamento e uso posteriorDepende do casalConforme a família formada

O registro em cartório de filhos de reprodução assistida, inclusive com dupla maternidade ou dupla paternidade, é feito direto no cartório com a declaração da clínica, sem processo judicial, conforme o Provimento CNJ 63/2017. Se a sua família não está na tabela, a triagem gratuita indica o especialista que já resolveu casos como o seu.

Por que começar o caminho da sua família pela Nidavitae

Cada clínica defende o próprio tratamento. A Nidavitae começa pelo seu caso e coloca você diante do especialista que faz sentido para a sua idade, o seu diagnóstico e o seu bolso.

  • O especialista certo, não o primeiro que aparece

    A Nidavitae indica um especialista em reprodução humana conforme a sua idade, o seu diagnóstico e a sua cidade. Você não perde meses testando consultórios.

  • O custo antes da primeira consulta

    Você recebe a estimativa do seu tratamento e as opções de parcelamento e financiamento antes de sentar na frente do médico.

  • Tratamento perto de você, ou com menos viagens

    Se não houver especialista na sua cidade, a Nidavitae indica a capital mais próxima e planeja as etapas para você viajar o mínimo possível.

  • Sem pressão e com os seus dados protegidos

    A triagem é gratuita, marcar consulta é opcional e o seu contato só vai para o especialista com a sua autorização.

Casal de mulheres conversa com especialista sobre planejamento familiar (imagem ilustrativa).
O especialista parceiro explica inseminação e gestação compartilhada no mesmo atendimento.
Documentos, calculadora e materiais de organização sobre uma mesa (imagem ilustrativa).
O termo de consentimento e a declaração da clínica garantem o registro da criança.
Casal de homens recebe orientação sobre planejamento familiar (imagem ilustrativa).
A cessão temporária de útero por parente é avaliada e documentada antes do ciclo.

Descubra o caminho para a sua família

Triagem gratuita, sem enviar exames, com indicação de especialista parceiro que já atende casos como o seu.

Perguntas frequentes sobre quem pode fazer reprodução assistida

Quem pode fazer reprodução assistida no Brasil?

Qualquer pessoa adulta capaz pode fazer reprodução assistida no Brasil: casais heterossexuais, mulheres sem parceiro, casais de mulheres, casais de homens e pessoas trans. A Resolução CFM 2.320/2022 prevê expressamente o acesso a solteiros e a casais homoafetivos. O limite é a idade da mulher que vai gestar, de 50 anos, com exceções avaliadas pelo médico.

Mulher solteira pode fazer inseminação ou FIV?

Sim. A produção independente é permitida pela Resolução CFM 2.320/2022, com sêmen de doador anônimo de banco credenciado. A técnica depende da idade e dos exames: inseminação para mulheres mais jovens com trompas funcionando, FIV para as demais. A criança é registrada só no nome da mãe, sem processo judicial, e a Nidavitae indica especialistas com experiência nesse caminho.

Casal de mulheres pode ter filho por reprodução assistida?

Sim. O casal pode fazer inseminação artificial em uma das duas com sêmen de doador anônimo ou a gestação compartilhada, em que uma fornece os óvulos e a outra gesta o embrião. As duas constam como mães no registro de nascimento, direto no cartório, conforme o Provimento CNJ 63/2017. A escolha depende da idade e dos exames de cada uma.

Casal de homens pode ter filho no Brasil?

Sim. O caminho é a FIV com óvulos de doadora anônima, sêmen de um dos dois e gestação por barriga solidária, cedida por parente de até quarto grau de um deles, sem pagamento, conforme a Resolução CFM 2.320/2022. Os dois pais constam no registro. Sem parente disponível, o caso depende de autorização do Conselho Regional de Medicina.

Até que idade a mulher pode fazer FIV?

A Resolução CFM 2.320/2022 define 50 anos como idade máxima para a mulher gestar por reprodução assistida. Acima disso, o médico pode avaliar exceções com base na saúde da paciente, com termo de consentimento. A chance com óvulos próprios cai muito depois dos 42, e a ovodoação passa a ser a opção com mais chance para a maioria.

Pessoas trans podem fazer reprodução assistida?

Sim. Homens trans podem congelar óvulos e mulheres trans podem congelar sêmen antes da hormonização ou de cirurgias, para usar depois com parceiro ou parceira. Também é possível gestar, se o útero foi preservado, ou recorrer à barriga solidária. A Nidavitae indica especialistas que já atendem pessoas trans e explicam cada etapa sem julgamento.

Com quanto tempo tentando o casal deve procurar um especialista?

Até os 34 anos da mulher, depois de 12 meses tentando sem gravidez. De 35 a 39 anos, depois de 6 meses. A partir dos 40, antes mesmo de começar a tentar. Se já existe um diagnóstico, como endometriose, trompas obstruídas ou espermograma alterado, não espere esses prazos. Cada mês a mais custa chance.

Como fica o registro de um filho de reprodução assistida?

O registro é feito direto no cartório, sem processo judicial, com a certidão do hospital e a declaração da clínica de reprodução assistida, conforme o Provimento CNJ 63/2017. Vale para mãe solo, dupla maternidade e dupla paternidade. No caso de doador, a identidade permanece anônima e não consta do registro. A clínica parceira orienta a documentação.

É possível escolher o sexo do bebê?

Não. A Resolução CFM 2.320/2022 proíbe a escolha do sexo ou de qualquer característica do bebê, exceto para evitar doenças ligadas ao sexo, com indicação médica. O teste genético dos embriões, o PGT-A, serve para identificar alterações cromossômicas e aumentar a chance de gravidez, não para selecionar sexo. Clínicas sérias recusam esse pedido.

A Nidavitae é uma clínica? Como funciona a triagem gratuita?

Não. A Nidavitae é um portal que conecta você a especialistas e clínicas parceiras em todo o Brasil. Na triagem gratuita, você informa nome, WhatsApp, idade, cidade e o tipo de família em cerca de um minuto, e recebe a indicação de um especialista com experiência no seu caso, com estimativa de custo e parcelamento. Marcar a consulta é opcional.

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