Tentando há mais de um ano
Casal não consegue engravidar
Exames dos dois, causa encontrada e tratamento de baixa ou alta complexidade. Até 34 anos, procure após 12 meses; de 35 a 39, após 6.
Receber a indicação de um especialista para o casalO caminho indicado para cada família, com especialista parceiro
Casal que tenta há mais de um ano, mulher que quer ser mãe sem parceiro, casal de mulheres, casal de homens, pessoa trans, mulher acima de 40: a reprodução assistida tem um caminho para cada família, e a Resolução CFM 2.320/2022 garante o acesso a todas elas. A Nidavitae mostra o caminho da sua, indica o especialista com experiência naquele caso e apresenta o custo antes da consulta.
Escolha a frase mais parecida com a sua. Cada caminho mostra a técnica que costuma ser indicada, o que a lei permite e como a Nidavitae ajuda você a começar.

Tentamos há mais de um ano e nada acontece.
Exames dos dois, causa encontrada e o tratamento certo para ela. Esperar mais custa meses.
Ver os exames e tratamentos para o casal
Quero ser mãe e não quero esperar um parceiro.
Banco de sêmen, inseminação ou FIV conforme a idade, e registro da criança só no seu nome.
Ver o passo a passo da produção independente
Somos duas mulheres e queremos um filho das duas.
Inseminação com doador ou gestação compartilhada, em que uma doa o óvulo e a outra gesta.
Comparar inseminação e gestação compartilhada
Somos dois homens e queremos ser pais no Brasil.
Ovodoação com barriga solidária cedida por parente, dentro das regras do CFM, com os dois no registro.
Ver como funciona a barriga solidária para casais de homens
Tenho mais de 40 e me disseram que é tarde.
Ainda dá, e a chance por tentativa cai a cada ano. Óvulos próprios, PGT-A ou ovodoação conforme os exames.
Avaliar minhas chances depois dos 40 com um especialista
Sou trans e quero preservar a chance de ter filhos.
Congelar óvulos ou sêmen antes da hormonização e usar depois, sozinha ou com o parceiro.
Ver as opções de reprodução assistida para pessoas transNão encontrou a sua frase? A triagem gratuita com especialista em reprodução humana cruza idade, tipo de família e objetivo e indica o caminho certo para o seu caso.
A técnica muda conforme quem vai gestar, quem fornece óvulo e sêmen e a idade de quem tenta. O que não muda: todas as famílias abaixo têm acesso garantido pela Resolução CFM 2.320/2022 e registro da criança em cartório pelo Provimento CNJ 63/2017.
Tentando há mais de um ano
Exames dos dois, causa encontrada e tratamento de baixa ou alta complexidade. Até 34 anos, procure após 12 meses; de 35 a 39, após 6.
Receber a indicação de um especialista para o casalSem parceiro
Sêmen de doador anônimo de banco credenciado, inseminação ou FIV conforme a idade, e a criança registrada só no seu nome.
Falar com especialista em produção independenteDuas mães
Inseminação com doador em uma delas ou gestação compartilhada, em que uma doa os óvulos e a outra gesta. As duas no registro.
Ver o caminho do casal de mulheresDois pais
Ovodoação com sêmen de um dos dois e barriga solidária cedida por parente de até quarto grau, sem pagamento, conforme o CFM.
Ver o caminho do casal de homens no BrasilIdade avançada
FIV com óvulos próprios enquanto a reserva permite, PGT-A para escolher embriões e ovodoação quando a chance própria fica baixa.
Avaliar minhas chances com um especialistaPreservar a fertilidade
Congelar óvulos ou sêmen antes da hormonização e usar depois, com parceiro ou parceira, por inseminação, FIV ou barriga solidária.
Ver as opções para pessoas transCada página explica a técnica indicada, o que o CFM permite, como fica o registro da criança, o que compõe o custo e como falar com um especialista parceiro que já atende famílias como a sua.
A mesma tecnologia serve a famílias diferentes. O que muda é de onde vêm o óvulo e o sêmen, quem gesta e como a criança é registrada. Compare antes da consulta.
| Família | Técnica mais comum | Precisa de doador | Registro da criança |
|---|---|---|---|
| Casal tentando | Indução, inseminação ou FIV | Só se houver indicação | Nome do pai e da mãe |
| Mãe solo | Inseminação ou FIV | Sêmen de doador anônimo | Só o nome da mãe |
| Casal de mulheres | Inseminação ou gestação compartilhada | Sêmen de doador anônimo | As duas mães |
| Casal de homens | FIV com ovodoação e barriga solidária | Óvulo de doadora anônima | Os dois pais |
| Mulher acima de 40 | FIV, com ou sem ovodoação | Depende da reserva ovariana | Nome da mãe e do pai, se houver |
| Pessoa trans | Congelamento e uso posterior | Depende do casal | Conforme a família formada |
O registro em cartório de filhos de reprodução assistida, inclusive com dupla maternidade ou dupla paternidade, é feito direto no cartório com a declaração da clínica, sem processo judicial, conforme o Provimento CNJ 63/2017. Se a sua família não está na tabela, a triagem gratuita indica o especialista que já resolveu casos como o seu.
Cada clínica defende o próprio tratamento. A Nidavitae começa pelo seu caso e coloca você diante do especialista que faz sentido para a sua idade, o seu diagnóstico e o seu bolso.
A Nidavitae indica um especialista em reprodução humana conforme a sua idade, o seu diagnóstico e a sua cidade. Você não perde meses testando consultórios.
Você recebe a estimativa do seu tratamento e as opções de parcelamento e financiamento antes de sentar na frente do médico.
Se não houver especialista na sua cidade, a Nidavitae indica a capital mais próxima e planeja as etapas para você viajar o mínimo possível.
A triagem é gratuita, marcar consulta é opcional e o seu contato só vai para o especialista com a sua autorização.



Triagem gratuita, sem enviar exames, com indicação de especialista parceiro que já atende casos como o seu.
Qualquer pessoa adulta capaz pode fazer reprodução assistida no Brasil: casais heterossexuais, mulheres sem parceiro, casais de mulheres, casais de homens e pessoas trans. A Resolução CFM 2.320/2022 prevê expressamente o acesso a solteiros e a casais homoafetivos. O limite é a idade da mulher que vai gestar, de 50 anos, com exceções avaliadas pelo médico.
Sim. A produção independente é permitida pela Resolução CFM 2.320/2022, com sêmen de doador anônimo de banco credenciado. A técnica depende da idade e dos exames: inseminação para mulheres mais jovens com trompas funcionando, FIV para as demais. A criança é registrada só no nome da mãe, sem processo judicial, e a Nidavitae indica especialistas com experiência nesse caminho.
Sim. O casal pode fazer inseminação artificial em uma das duas com sêmen de doador anônimo ou a gestação compartilhada, em que uma fornece os óvulos e a outra gesta o embrião. As duas constam como mães no registro de nascimento, direto no cartório, conforme o Provimento CNJ 63/2017. A escolha depende da idade e dos exames de cada uma.
Sim. O caminho é a FIV com óvulos de doadora anônima, sêmen de um dos dois e gestação por barriga solidária, cedida por parente de até quarto grau de um deles, sem pagamento, conforme a Resolução CFM 2.320/2022. Os dois pais constam no registro. Sem parente disponível, o caso depende de autorização do Conselho Regional de Medicina.
A Resolução CFM 2.320/2022 define 50 anos como idade máxima para a mulher gestar por reprodução assistida. Acima disso, o médico pode avaliar exceções com base na saúde da paciente, com termo de consentimento. A chance com óvulos próprios cai muito depois dos 42, e a ovodoação passa a ser a opção com mais chance para a maioria.
Sim. Homens trans podem congelar óvulos e mulheres trans podem congelar sêmen antes da hormonização ou de cirurgias, para usar depois com parceiro ou parceira. Também é possível gestar, se o útero foi preservado, ou recorrer à barriga solidária. A Nidavitae indica especialistas que já atendem pessoas trans e explicam cada etapa sem julgamento.
Até os 34 anos da mulher, depois de 12 meses tentando sem gravidez. De 35 a 39 anos, depois de 6 meses. A partir dos 40, antes mesmo de começar a tentar. Se já existe um diagnóstico, como endometriose, trompas obstruídas ou espermograma alterado, não espere esses prazos. Cada mês a mais custa chance.
O registro é feito direto no cartório, sem processo judicial, com a certidão do hospital e a declaração da clínica de reprodução assistida, conforme o Provimento CNJ 63/2017. Vale para mãe solo, dupla maternidade e dupla paternidade. No caso de doador, a identidade permanece anônima e não consta do registro. A clínica parceira orienta a documentação.
Não. A Resolução CFM 2.320/2022 proíbe a escolha do sexo ou de qualquer característica do bebê, exceto para evitar doenças ligadas ao sexo, com indicação médica. O teste genético dos embriões, o PGT-A, serve para identificar alterações cromossômicas e aumentar a chance de gravidez, não para selecionar sexo. Clínicas sérias recusam esse pedido.
Não. A Nidavitae é um portal que conecta você a especialistas e clínicas parceiras em todo o Brasil. Na triagem gratuita, você informa nome, WhatsApp, idade, cidade e o tipo de família em cerca de um minuto, e recebe a indicação de um especialista com experiência no seu caso, com estimativa de custo e parcelamento. Marcar a consulta é opcional.