
Barriga solidária com amiga: quando é permitido
O que a resolução exige, o que o Conselho Regional pode autorizar e como pedir.
Saber se uma amiga pode gestarQuem pode gestar por você, o que a regra exige e como fica o registro
A barriga solidária é a cessão temporária de útero: uma parente de até quarto grau gesta o embrião gerado por fertilização in vitro, sem receber pagamento, e entrega o bebê aos pais ao nascer. É o caminho para mulheres sem útero ou com contraindicação à gravidez e para casais de homens. A Nidavitae indica um especialista perto de você e mostra o custo e as regras antes da primeira consulta.
Estas são as frases que mais ouvimos de quem chega à Nidavitae pesquisando barriga solidária. Se uma delas é a sua, o especialista explica em uma consulta o que a regra permite e qual é o caminho.
Fiz histerectomia e achei que nunca mais poderia ter um filho biológico.Sem útero, mas com ovários, os seus óvulos podem gerar embriões que uma parente gesta.
Tenho uma doença que torna a gravidez perigosa para mim.Cardiopatias e outras contraindicações à gravidez são indicação clássica da cessão de útero.
Somos dois homens e queremos um filho biológico de um de nós.Óvulos de doadora anônima, sêmen de um dos dois e o útero de uma parente até o quarto grau.
Minha irmã se ofereceu para gestar. Isso é permitido?Irmã, mãe, prima, tia e sobrinha estão dentro do quarto grau exigido pela Resolução CFM 2.320/2022.
Tenho medo de o bebê ser registrado no nome de quem gestou.O registro sai no nome dos pais, direto no cartório, com os documentos da clínica.
Não sei quanto custa e se posso pagar a minha parente.Pagar quem gesta é proibido. O que se paga é o ciclo de FIV, e você sabe o custo antes da consulta.
Marcou pelo menos uma? Barriga solidária tem regra clara e caminho conhecido, mas cada caso exige um especialista que conheça a resolução e o cartório. A triagem gratuita da Nidavitae leva você a essa consulta em minutos.
Tirar dúvidas sobre o meu casoBarriga solidária, ou cessão temporária de útero, é a técnica em que um embrião gerado por fertilização in vitro é transferido ao útero de outra mulher, que gesta e entrega o bebê aos pais. No Brasil, a Resolução CFM 2.320/2022 exige que a cedente seja parente consanguínea de até quarto grau de um dos pais, tenha ao menos um filho vivo e não receba nenhum pagamento. Barriga de aluguel é o termo de busca, mas a prática comercial é proibida.
O embrião pode vir dos óvulos e do sêmen do próprio casal, de óvulos de doadora anônima ou de sêmen de doador. O ciclo é uma FIV comum; para entender essa etapa, fale com um especialista em FIV. Entre os tratamentos para engravidar, é o único em que a gestação acontece em outra mulher.

A barriga solidária é indicada quando a mulher não tem útero, tem uma malformação uterina ou uma doença que contraindica a gravidez, e para casais de homens. Quando o útero está saudável e o problema está na fecundação, o caminho é outro: quem tem fator masculino pode falar com um especialista em ICSI, e quem tem trompas abertas e sêmen adequado pode começar pela inseminação artificial.
Antes e depois da Nidavitae: sem a triagem, você pesquisa termos como barriga de aluguel no exterior e encontra promessas que não valem no cartório brasileiro. Com a triagem, você chega a um especialista que conhece a resolução, avalia a parente cedente e organiza o registro.
Cada clínica defende o próprio tratamento. A Nidavitae começa pelo seu caso e coloca você diante do especialista que faz sentido para a sua idade, o seu diagnóstico e o seu bolso.
A Nidavitae indica um especialista em reprodução humana conforme a sua idade, o seu diagnóstico e a sua cidade. Você não perde meses testando consultórios.
Você recebe a estimativa do seu tratamento e as opções de parcelamento e financiamento antes de sentar na frente do médico.
Se não houver especialista na sua cidade, a Nidavitae indica a capital mais próxima e planeja as etapas para você viajar o mínimo possível.
A triagem é gratuita, marcar consulta é opcional e o seu contato só vai para o especialista com a sua autorização.
| Ponto | Permitido | Não permitido |
|---|---|---|
| Quem pode gestar | Parente consanguínea de até quarto grau de um dos pais, com ao menos um filho vivo | Pessoa sem parentesco, salvo autorização do Conselho Regional de Medicina |
| Pagamento | Cobrir despesas médicas do ciclo e da gestação | Qualquer pagamento ou vantagem à cedente pela gestação |
| Quem pode recorrer | Mulheres com impedimento médico, casais de homens, pessoas solteiras | Quem escolhe a técnica por conveniência, sem indicação médica |
| Origem dos gametas | Óvulos e sêmen do casal, de doadora anônima ou de doador anônimo | Doador conhecido fora das exceções da resolução |
Consultório, laboratório e sala de transferência: todo ciclo de FIV com cessão de útero passa por essas três cenas. Como quem gesta é outra pessoa, a preparação inclui documentos e avaliação psicológica da cedente.



Um ciclo de FIV com cessão temporária de útero leva alguns meses da primeira consulta à transferência, porque a cedente precisa ser avaliada e documentada antes de os calendários serem sincronizados. Do beta ao registro, contam-se os nove meses da gestação.
O especialista confirma a indicação médica e pede exames e sorologias dos pais.
Algumas semanasA parente passa por exames, avaliação psicológica e comprovação do parentesco e de filho vivo.
Algumas semanasPais e cedente assinam o termo exigido pela resolução, com a clínica.
DiasÓvulos da mãe ou de doadora anônima; sêmen do pai ou de doador.
8 a 12 diasOs embriões crescem até blastocisto e um deles é transferido à cedente.
5 a 6 dias mais o preparoA cedente faz o pré-natal. Ao nascer, o bebê é registrado no nome dos pais.
9 mesesA cessão temporária de útero exige três avaliações: a indicação médica dos pais, a saúde da cedente e a documentação que sustenta o registro. Pular qualquer uma delas transforma um projeto de família em um problema jurídico.
O especialista indicado pela Nidavitae avalia o parentesco, a saúde da cedente e o seu caso na primeira consulta.
O valor muda de médico para médico e corresponde ao de uma FIV completa: medicamentos da estimulação, coleta, fecundação, cultivo dos embriões e preparo do endométrio da cedente. Quando há óvulos de doadora anônima ou sêmen de doador, esses itens entram no orçamento. Pagar a cedente pela gestação é proibido; o pré-natal e o parto são despesas dos pais.
O plano de saúde não é obrigado a pagar a FIV, conforme o Tema 1.067 do STJ, mas consultas e exames continuam cobertos, e o pré-natal da cedente segue as regras do plano dela. Veja o que compõe o custo da FIV e o que o plano cobre.
Você não precisa ligar para dez clínicas nem repetir a sua história várias vezes. A Nidavitae faz esse caminho com você.
Nome, WhatsApp, idade e cidade. Leva cerca de um minuto.
Um especialista em barriga solidária para o seu caso, com custo e parcelamento.
Marcar a consulta é opcional. A triagem não custa nada.
Se preferir, você também pode falar com a equipe da Nidavitae pela página de contato. Para tratamento, a triagem é sempre o caminho mais rápido.
Três guias da Nidavitae para quem está pesquisando barriga solidária e quer evitar caminhos que não valem no Brasil.

O que a resolução exige, o que o Conselho Regional pode autorizar e como pedir.
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Por que contratos feitos fora do país travam no cartório e no consulado.
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O ciclo que gera o embrião: estimulação, coleta, fecundação e cultivo.
Ver o ciclo completo da FIVTodos os guias da Nidavitae têm revisão médica e levam à triagem gratuita quando você decidir falar com um especialista.
Barriga solidária, ou cessão temporária de útero, é a técnica em que um embrião gerado por fertilização in vitro é transferido ao útero de uma parente, que gesta e entrega o bebê aos pais ao nascer. A cedente não recebe pagamento. É indicada para mulheres sem útero ou com contraindicação à gravidez e para casais de homens. A Nidavitae indica especialistas em todo o Brasil.
Pela Resolução CFM 2.320/2022, a cedente deve ser parente consanguínea de até quarto grau de um dos pais: mãe, filha, avó, irmã, tia, sobrinha ou prima. Ela precisa ter ao menos um filho vivo, estar em idade compatível com a gestação e passar por avaliação clínica e psicológica. Casos fora do parentesco dependem de autorização do Conselho Regional de Medicina.
Não. A cessão de útero com pagamento é proibida pela Resolução CFM 2.320/2022. O que existe no Brasil é a barriga solidária, em que uma parente gesta sem receber nenhuma vantagem financeira. Os pais arcam apenas com as despesas do tratamento, do pré-natal e do parto. Contratos comerciais feitos no exterior podem travar o registro do bebê no Brasil.
Em regra, não, porque a resolução exige parentesco consanguíneo de até quarto grau. Quando não há parente disponível, a clínica pode pedir autorização ao Conselho Regional de Medicina para uma cedente sem parentesco, e cada pedido é analisado caso a caso. O especialista orienta se o seu caso tem chance de ser autorizado e como montar o pedido.
O bebê é registrado no nome dos pais, diretamente no cartório, sem processo judicial, conforme o Provimento CNJ 63/2017. Os pais apresentam a declaração de nascido vivo, o termo de consentimento assinado pela cedente e pelos pais e a declaração da clínica sobre o tratamento. O nome da cedente não consta na certidão de nascimento.
Sim. A Resolução CFM 2.320/2022 permite a reprodução assistida para casais homoafetivos. Os óvulos vêm de doadora anônima, o sêmen de um dos dois, e o embrião é transferido ao útero de uma parente de até quarto grau de um deles. O registro sai no nome dos dois pais, direto no cartório, conforme o Provimento CNJ 63/2017.
Para a cedente, a transferência do embrião não dói: é um procedimento de minutos, sem anestesia. Os riscos são os de qualquer gestação, por isso a resolução exige que ela tenha ao menos um filho vivo, boa saúde e avaliação psicológica. O pré-natal é feito normalmente, e o especialista acompanha a cedente com o mesmo cuidado de qualquer gestante.
O valor muda de médico para médico e corresponde ao de uma FIV completa: medicamentos, coleta, fecundação, cultivo e preparo do endométrio da cedente, mais óvulos de doadora anônima ou sêmen de doador quando necessário. Pagar a cedente é proibido; os pais arcam com o pré-natal e o parto. Na triagem gratuita, a Nidavitae mostra a estimativa do seu caso.
O plano de saúde não é obrigado a cobrir a FIV, conforme o Tema 1.067 do Superior Tribunal de Justiça, e a barriga solidária é uma FIV com transferência a outra mulher. Consultas e exames dos pais continuam cobertos, e o pré-natal e o parto da cedente seguem as regras do plano dela. A maioria paga o ciclo de forma particular, com parcelamento ou financiamento.
Preencha a triagem gratuita no topo desta página. Leva cerca de um minuto: você informa nome, WhatsApp, idade, cidade e a sua situação. A Nidavitae indica um especialista em FIV com cessão temporária de útero para o seu caso, com a estimativa de custo e as regras a cumprir. Marcar a consulta é opcional e a triagem não custa nada.
Barriga solidária funciona quando a indicação, a cedente e os documentos estão certos desde o início. Fale hoje com um especialista indicado pela Nidavitae.