Meu plano negou a FIV. E agora?

Plano de saúde e fertilização in vitro

O que o plano é obrigado a cobrir, o que não é e como pagar o resto

O plano de saúde não é obrigado a cobrir a fertilização in vitro, conforme o Tema 1.067 do STJ, mas consultas, exames e o tratamento de endometriose e ovários policísticos continuam cobertos. A Nidavitae mostra o que pedir ao plano, o que você vai pagar e as formas de pagar o ciclo antes da primeira consulta.

Veja como pagar o que o plano não cobre

Responda 5 perguntas e receba a estimativa do seu ciclo com as formas de pagar e o que ainda dá para pedir ao plano.

Grátis1 minutoDados protegidos

  • O que o plano cobre, por escritoConsultas, exames e tratamentos que você tem direito de pedir antes da FIV.
  • Custo do que fica de fora, antes da consultaEstimativa do ciclo e das formas de pagar para o seu caso.
  • Especialista em FIV na sua regiãoIndicado pela sua idade, diagnóstico e cidade, com custo e parcelamento.

Você se reconhece em alguma destas situações?

Quem tentou usar o plano de saúde na FIV costuma chegar à Nidavitae com uma destas frases. A resposta de cada uma, com base na lei e na decisão do STJ, está ao lado.

  • O plano negou a FIV e disse que não é obrigado.Está certo. O STJ decidiu no Tema 1.067 que a FIV não é cobertura obrigatória. Mas consultas e exames continuam sendo.

  • Paguei exames do meu bolso e não pedi reembolso.Exames de fertilidade previstos no rol têm cobertura. Guarde pedido médico e nota fiscal e peça o reembolso.

  • Tenho endometriose e o plano quer cobrir só a cirurgia.O tratamento da endometriose é coberto. A FIV que vem depois, não. Use a cobertura no que é dela.

  • Não entendo o que está escrito no contrato.Procure a cláusula de exclusão de inseminação artificial e a de reembolso. O resto vem com pedido médico.

  • Sem o plano, não sei como vou pagar a FIV.Parcelamento na clínica, financiamento, consórcio e dedução no imposto de renda. Você vê as opções na triagem.

  • Vale a pena entrar na justiça contra o plano?Depois do Tema 1.067, decisões favoráveis ficaram raras. Não conte com isso para começar o tratamento.

Reconheceu a sua situação? O erro mais caro é esperar uma cobertura que a lei não obriga enquanto a idade avança. Na triagem gratuita, você recebe o custo do seu ciclo, as formas de pagar e a lista do que ainda dá para pedir ao plano.

Ver como pagar o que o plano não cobre

O que a lei obriga o plano a cobrir

Cobertura do plano de saúde na fertilização in vitro é o conjunto de consultas, exames e tratamentos ligados à infertilidade que o plano precisa pagar por lei. A Lei 9.656/1998 exclui a inseminação artificial da cobertura obrigatória, e o STJ, no Tema 1.067, fixou que a FIV também não é obrigatória.

O que fica coberto: consultas com ginecologista e urologista, exames de fertilidade previstos no rol da ANS e o tratamento de doenças como endometriose e síndrome dos ovários policísticos. Para pagar o ciclo em si, veja como pagar a fertilização in vitro e o financiamento fertilização in vitro.

  • Tema 1.067 do STJ: FIV não é obrigatória
  • Consultas e exames continuam cobertos
Documentos, calculadora e materiais de organização sobre uma mesa (imagem ilustrativa).
Paciente confere as cláusulas de cobertura e reembolso do contrato do plano de saúde

O que o plano cobre e o que ele não cobre

O plano cobre a investigação e o tratamento das causas da infertilidade. Não cobre o ciclo de FIV, os medicamentos da estimulação nem o congelamento por escolha. Para o ciclo, as opções são o parcelamento na clínica, o financiamento e o consórcio, com parte do valor recuperada no imposto de renda.

Antes e depois da Nidavitae: sem a triagem, você briga com o plano por uma cobertura que a lei não obriga e paga do bolso exames que ele deveria cobrir. Com a triagem, você usa o plano no que é dele e chega ao especialista com a investigação pronta e o custo do ciclo em mãos.

Costuma ter cobertura pelo plano

  • Consultas com ginecologista, urologista e endocrinologista
  • Exames de fertilidade do rol da ANS, como hormônios, ultrassom e espermograma
  • Endometriose , incluindo cirurgia e acompanhamento
  • Ovários policísticos e outras causas hormonais
  • Histeroscopia e laparoscopia com indicação médica
  • Oncofertilidade , caso a caso, conforme contrato e decisão
Descobrir o que o meu plano cobre

Por que resolver a conta da FIV pela Nidavitae

Cada clínica defende o próprio tratamento. A Nidavitae começa pelo seu caso e coloca você diante do especialista que faz sentido para a sua idade, o seu diagnóstico e o seu bolso.

  • O especialista certo, não o primeiro que aparece

    A Nidavitae indica um especialista em reprodução humana conforme a sua idade, o seu diagnóstico e a sua cidade. Você não perde meses testando consultórios.

  • O custo antes da primeira consulta

    Você recebe a estimativa do seu tratamento e as opções de parcelamento e financiamento antes de sentar na frente do médico.

  • Tratamento perto de você, ou com menos viagens

    Se não houver especialista na sua cidade, a Nidavitae indica a capital mais próxima e planeja as etapas para você viajar o mínimo possível.

  • Sem pressão e com os seus dados protegidos

    A triagem é gratuita, marcar consulta é opcional e o seu contato só vai para o especialista com a sua autorização.

O que o plano cobre e como pagar o restante
EtapaPlano de saúdeComo pagar sem o plano
Consultas e examesCobertos, conforme o rol da ANSReembolso quando feitos fora da rede, se o contrato prevê
Tratamento de endometriose e ovários policísticosCoberto, incluindo cirurgiaNão se aplica
Medicamentos da estimulaçãoNão cobertosCompra na farmácia, com nota para o imposto de renda
Ciclo de FIVNão obrigatório, conforme o Tema 1.067 do STJParcelamento, financiamento, consórcio e dedução no imposto

As três cenas entre o plano e a FIV

Investigação pelo plano, negativa do ciclo e pagamento particular: as três cenas que quase toda paciente com plano de saúde vive antes da FIV. Saber a ordem evita gastar do bolso o que o plano cobre.

Mulher conversa individualmente com especialista sobre planejamento reprodutivo (imagem ilustrativa).
Consultas e exames de fertilidade são cobertos e podem ser feitos pela rede credenciada.
Documentos, calculadora e materiais de organização sobre uma mesa (imagem ilustrativa).
A negativa da FIV está de acordo com o Tema 1.067 do STJ. Não é motivo para parar.
Casal organiza documentos e planeja despesas à mesa (imagem ilustrativa).
O ciclo é pago de forma particular, com parcelamento, financiamento ou consórcio.

Passo a passo para usar o plano e pagar o restante

Do que a lei obriga até o pagamento do ciclo, são seis passos. Quem segue a ordem chega à FIV com a investigação pronta pelo plano e gasta menos do próprio bolso.

  1. ETAPA 01

    Saiba o que a lei obriga

    A Lei 9.656/1998 exclui a inseminação artificial. O Tema 1.067 do STJ fixou que o plano não é obrigado a cobrir a FIV.

    Antes de pedir
  2. ETAPA 02

    Use a cobertura de consultas e exames

    Peça ao médico os exames pelo plano: hormônios, ultrassom, histerossalpingografia e espermograma.

    Semanas
  3. ETAPA 03

    Trate a causa pelo plano

    Endometriose, ovários policísticos, pólipos e miomas têm tratamento coberto. Resolva antes de começar a FIV.

    Conforme o caso
  4. ETAPA 04

    Peça reembolso de exames

    Exames fora da rede, com pedido médico e nota fiscal, podem ser reembolsados conforme o contrato.

    Até 30 dias, em geral
  5. ETAPA 05

    Leia o contrato

    Procure as cláusulas de exclusão de reprodução assistida, de reembolso e de rede credenciada.

    1 hora
  6. ETAPA 06

    Pague o restante

    Ciclo de FIV e medicamentos são particulares. Parcelamento, financiamento, consórcio e dedução no imposto.

    Você escolhe

O plano de saúde não paga a FIV, mas paga tudo o que vem antes: consultas, exames e o tratamento da endometriose e da síndrome dos ovários policísticos. Quem usa essa cobertura chega ao ciclo com a investigação pronta e gasta menos do próprio bolso.

Dra. Mariana Costa Albuquerque, ginecologista e especialista em reprodução humana, CRM-SP 154.322, RQE 61.870, revisora médica da Nidavitae

Quer saber o que ainda dá para pedir ao plano?

O especialista indicado pela Nidavitae lista os exames e tratamentos cobertos no seu caso e mostra o custo do que fica de fora.

Como pagar a FIV que o plano não cobre

O ciclo de FIV e os medicamentos da estimulação são pagos de forma particular. As formas mais usadas são o parcelamento na clínica, o financiamento de fertilização in vitro e o consórcio de serviços. No ano seguinte, é possível deduzir a FIV no imposto de renda como despesa médica, com nota fiscal em seu nome.

Para saber o que pedir ao plano e o que financiar, leia como ler um orçamento de FIV, item por item. E se o seu caso é preservar a fertilidade antes de um tratamento oncológico, veja plano cobre congelar óvulos no câncer?, porque a resposta muda.

Formas de pagar o ciclo de FIV

  • Parcelamento na clínica , no cartão ou no boleto
  • Financiamento para tratamentos de saúde, com o custo efetivo total na proposta
  • Consórcio para quem pode esperar a contemplação
  • Dedução no imposto de renda das despesas médicas do ciclo
Ver como pagar o que o plano não cobre

Da triagem à consulta em três passos

Você não precisa ligar para dez clínicas nem repetir a sua história várias vezes. A Nidavitae faz esse caminho com você.

  1. 1

    Responda a triagem

    Nome, WhatsApp, idade e cidade. Leva cerca de um minuto.

  2. 2

    Receba a indicação

    Um especialista em FIV para o seu caso, com o custo do ciclo e o que pedir ao plano.

  3. 3

    Decida com a conta certa

    Consulta opcional. Você usa o plano no que é dele e escolhe como pagar o resto.

Se preferir, você também pode falar com a equipe da Nidavitae pela página de contato. Para tratamento, a triagem é sempre o caminho mais rápido.

Leia antes de discutir com o plano

Três guias da Nidavitae para quem quer usar o plano no que é dele e pagar o resto sem surpresa.

Todos os guias da Nidavitae têm revisão médica e levam à triagem gratuita quando você decidir falar com um especialista.

Perguntas frequentes sobre plano de saúde e FIV

Plano de saúde cobre FIV?

Não é obrigado. O Superior Tribunal de Justiça fixou no Tema 1.067 que os planos de saúde não precisam custear a fertilização in vitro, e a Lei 9.656/1998 exclui a inseminação artificial da cobertura obrigatória. Consultas, exames e o tratamento de doenças como endometriose continuam cobertos. O ciclo em si é pago de forma particular.

O que o STJ decidiu no Tema 1.067?

O Tema 1.067 do STJ, julgado em recurso repetitivo, fixou que a fertilização in vitro não é de cobertura obrigatória pelos planos de saúde, salvo previsão expressa no contrato. A decisão vale para todos os tribunais do país. Ela não retirou a cobertura de consultas, exames e tratamento das causas da infertilidade, que seguem obrigatórios.

O que o plano de saúde é obrigado a cobrir na infertilidade?

O plano cobre a investigação e o tratamento das causas: consultas com ginecologista, urologista e endocrinologista, exames de fertilidade previstos no rol da ANS, cirurgias como histeroscopia e laparoscopia e o tratamento de endometriose, ovários policísticos, pólipos e miomas. Não cobre o ciclo de FIV, a inseminação artificial nem os medicamentos da estimulação.

O plano cobre os exames de fertilidade?

Sim, os exames previstos no rol da ANS com pedido médico: dosagens hormonais, ultrassom transvaginal, histerossalpingografia, espermograma e sorologias. Se o exame for feito fora da rede credenciada e o contrato tiver reembolso, você pode pedir a devolução com a nota fiscal. Guarde o pedido médico e o comprovante de pagamento.

O plano cobre o tratamento de endometriose e ovários policísticos?

Sim. Endometriose e síndrome dos ovários policísticos são doenças com tratamento coberto, incluindo consultas, exames, medicamentos de uso hospitalar e cirurgia, como a videolaparoscopia. O que não é coberto é a FIV que pode vir depois. Tratar a causa pelo plano antes do ciclo reduz o que você paga do bolso.

Como pedir reembolso de exames de fertilidade?

Reúna o pedido médico, a nota fiscal em seu nome e o laudo do exame, e abra o pedido no aplicativo ou na central do plano. O contrato define se há reembolso e o valor da tabela. O plano tem prazo de até 30 dias para responder. Se negar, peça a negativa por escrito e registre reclamação na ANS.

O plano cobre os medicamentos da FIV?

Não. Os hormônios da estimulação ovariana são comprados na farmácia e pagos pela paciente, porque fazem parte do ciclo de FIV, que não tem cobertura obrigatória. Guarde as notas fiscais: os medicamentos entram na dedução de despesas médicas do imposto de renda, junto com o valor do tratamento pago à clínica.

Vale a pena entrar na justiça contra o plano por FIV?

Depois do Tema 1.067 do STJ, decisões que obrigam o plano a pagar a FIV ficaram raras e dependem de previsão no contrato. Consulte um advogado para avaliar o seu contrato, mas não adie o tratamento à espera de uma decisão. Cada ano reduz a chance de gravidez, e o ciclo particular costuma sair mais barato que a espera.

O plano cobre congelar óvulos antes do tratamento de câncer?

A cobertura da oncofertilidade é discutida caso a caso. O rol da ANS não inclui o congelamento de óvulos, mas há decisões judiciais favoráveis quando a quimioterapia ou a radioterapia ameaça a fertilidade, por se tratar de prevenção de dano causado pelo tratamento coberto. Peça o pedido médico detalhado e a negativa por escrito antes de recorrer.

Como a Nidavitae ajuda a pagar o que o plano não cobre?

Preencha a triagem gratuita no topo desta página. Em cerca de um minuto, você informa nome, WhatsApp, idade e cidade. A Nidavitae indica um especialista em FIV para o seu caso, lista o que ainda dá para pedir ao plano e mostra o custo do ciclo com as formas de pagar. Marcar a consulta é opcional e a triagem não tem custo.

Use o plano no que é dele e comece a FIV sem esperar

Depois da negativa do plano, o próximo passo é conhecer o custo do seu ciclo e as formas de pagar, hoje.

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