Planejamento e custos

Perguntas para a primeira consulta de fertilidade

A primeira consulta de fertilidade decide o rumo de meses de tratamento, e a maioria das pacientes sai dela com perguntas que não fez. Este guia da Nidavitae organiza as perguntas em sete blocos e mostra o que a resposta boa precisa conter.

Casal recebe orientação em uma consulta de reprodução assistida (imagem ilustrativa).
Casal de cerca de 36 anos em consulta com especialista em reprodução humana, com exames e lista de perguntas sobre a mesa

Resposta rápida

Leve à primeira consulta perguntas de sete blocos: diagnóstico (qual é a causa provável e que exames faltam), técnica (por que esta e não outra), chances (na minha idade e no meu caso), protocolo (medicamentos, dias e calendário), custos (o que compõe e como pagar), logística (quantas idas à clínica) e riscos (o que pode dar errado e o plano B). A resposta boa é específica para o seu caso, explica o porquê e admite o que ainda não dá para saber.

O que levar antes de fazer qualquer pergunta

A qualidade das respostas depende do que você leva. Um especialista em reprodução humana com o seu histórico completo em mãos responde na primeira consulta o que, sem ele, só responderia na segunda ou na terceira. Cada consulta a mais é um mês a mais de espera.

Leve todos os exames já feitos, mesmo antigos: hormônios, ultrassons, sorologias, histerossalpingografia, espermograma. Some o histórico de tentativas com datas, gestações anteriores e perdas, cirurgias, doenças e medicamentos em uso, e o de quem participa do projeto, seja parceiro, parceira ou doador já escolhido. A checklist de exames da Nidavitae organiza tudo isso em uma lista.

Leve também as perguntas por escrito, na ordem dos blocos abaixo. Na consulta, a emoção e o vocabulário técnico fazem a maioria das pacientes esquecer metade do que queria saber. Uma folha com sete blocos resolve.

Bloco 1: perguntas sobre o diagnóstico

O primeiro bloco descobre se o especialista sabe o que está tratando. Sem causa provável, não há técnica certa, e a chance vira chute. As quatro perguntas abaixo cobrem o que precisa sair dessa etapa.

  • Qual é a causa provável da nossa dificuldade para engravidar? A resposta boa nomeia uma ou duas hipóteses (idade, reserva ovariana, fator tubário, fator masculino, endometriose, sem causa aparente) e diz qual exame confirma cada uma.
  • Que exames ainda faltam e o que cada um vai mudar no plano? A resposta boa liga cada exame a uma decisão. Exame que não muda nada no plano não precisa ser pedido.
  • O fator masculino foi avaliado? A resposta boa pede espermograma antes de qualquer técnica, porque o fator masculino participa de cerca de metade dos casos de infertilidade do casal.
  • O que a minha reserva ovariana diz sobre o tempo que tenho? A resposta boa usa o hormônio antimülleriano e a contagem de folículos para dizer se dá para esperar ou se é preciso agir agora.

Se o especialista indica uma técnica antes de responder a esse bloco, pergunte por quê. Técnica antes de diagnóstico é a origem da maior parte dos ciclos que não deveriam ter acontecido.

Bloco 2: perguntas sobre a técnica indicada

O segundo bloco descobre se a técnica indicada é a certa para o seu caso ou a que a clínica mais faz. Escolher a técnica errada custa meses de tentativa, e a diferença entre indução, inseminação e FIV é grande em esforço, custo e chance.

  • Por que esta técnica e não uma mais simples? A resposta boa explica o que na sua situação descarta a indução da ovulação ou a inseminação, ou diz que vale tentar a mais simples primeiro.
  • Vamos precisar de ICSI, e por quê? A resposta boa liga a ICSI ao espermograma ou a falha anterior de fecundação, não a uma regra da clínica de fazer ICSI em todos os casos.
  • Congelar embriões e transferir depois faz sentido para mim? A resposta boa fala do seu endométrio, do risco de hiperestímulo e da política da clínica, com o porquê.
  • O teste genético dos embriões muda a minha chance? A resposta boa diz em que idade e situação ele ajuda, quanto acrescenta ao processo e quando não compensa.

A técnica tem que sair do diagnóstico. Quando sai do cardápio da clínica, a paciente paga por rotina. Um especialista que explica por que a técnica mais simples não serve está mostrando método; um que vai direto à mais complexa está mostrando rotina.

Bloco 3: perguntas sobre as chances

O terceiro bloco transforma a taxa do site em uma estimativa para você. A chance sempre depende da idade e dos exames, e a resposta boa admite isso em vez de dar um número redondo.

  • Qual é a minha chance por ciclo completo, na minha idade e com os meus exames? A resposta boa fala em faixa, cita a idade como fator principal e diz o que pode mudar a estimativa depois dos exames que faltam.
  • Essa chance é de nascido vivo ou de gravidez clínica? A resposta boa separa as duas e explica a diferença. O guia taxa de sucesso de clínica: como ler mostra por que isso importa.
  • Quantos ciclos costumam ser necessários em casos como o meu? A resposta boa fala em taxa acumulada e em quantas transferências a estimulação costuma render.
  • O que faria a senhora mudar o plano se o primeiro ciclo não der certo? A resposta boa já tem um plano B: ajustar protocolo, mudar técnica, considerar doação de óvulos.

Desconfie de chance apresentada sem faixa de idade e de promessa de resultado. Nenhum especialista sério garante gravidez. Quem garante está vendendo.

Quer chegar à consulta com a parte do custo já respondida?A Nidavitae indica um especialista parceiro e mostra o custo e o parcelamento antes da consulta.

Receber a indicação de um especialista em reprodução humana

Bloco 4: perguntas sobre o protocolo e o calendário

O quarto bloco descobre como o tratamento vai acontecer na prática: quais medicamentos, por quantos dias, com que acompanhamento e a partir de quando. É aqui que a paciente descobre se o protocolo é dela ou da esteira.

  • Como a senhora define o meu protocolo? A resposta boa parte do hormônio antimülleriano, da contagem de folículos, do peso e de ciclos anteriores. "Usamos o mesmo para todas" é resposta ruim.
  • Quais medicamentos vou usar, por quantos dias e como se aplicam? A resposta boa nomeia os medicamentos, explica a aplicação em casa e diz quem ensina.
  • Quantos ultrassons e coletas de sangue o ciclo exige? A resposta boa dá um número aproximado (em geral três a cinco ultrassons em cerca de duas semanas) e diz onde serão feitos.
  • Quando posso começar e quanto tempo leva até a transferência? A resposta boa dá um calendário: exames que faltam, início da estimulação no próximo ciclo menstrual, coleta, transferência a fresco ou congelada.

Um calendário por escrito, mesmo aproximado, é o resultado esperado desse bloco. Sem ele, você não consegue organizar trabalho, viagens e dinheiro.

Bloco 5: perguntas sobre custos e formas de pagamento

O quinto bloco é o que a maioria das pacientes tem vergonha de fazer e o que mais interrompe tratamentos quando fica sem resposta. O valor muda de médico para médico. O que você precisa saber é o que compõe o custo e como pagar.

  • O que está incluído no orçamento e o que fica de fora? A resposta boa lista consulta, exames, medicamentos, punção, laboratório, ICSI, transferência, congelamento e armazenamento, e diz item por item o que entra. O guia como ler um orçamento de FIV mostra o que cada linha significa.
  • Quanto o medicamento representa e ele entra no parcelamento? A resposta boa explica que o medicamento é comprado à parte, muda com a dose do protocolo e raramente entra no parcelamento da clínica.
  • Quais são as formas de pagamento? A resposta boa fala de parcelamento direto, financiamento, consórcio e nota fiscal para dedução no imposto de renda. O hub formas de pagar a FIV compara cada uma.
  • Se o ciclo for cancelado, o que eu pago? A resposta boa tem regra clara e por escrito para cancelamento antes da punção e antes da transferência.

Saia da consulta com o orçamento por escrito ou com a data em que ele chega. O hub o que compõe o custo dos tratamentos ajuda a conferir se nenhum item ficou de fora.

Blocos 6 e 7: logística e riscos

Os dois últimos blocos são curtos e decisivos. A logística define se você consegue completar o ciclo sem interromper; os riscos definem se você está entrando com os olhos abertos.

Os sete blocos de perguntas da primeira consulta, com a pergunta central e o que a resposta boa contém
BlocoPergunta centralO que a resposta boa contém
1. DiagnósticoQual é a causa provável?Hipóteses nomeadas e exame que confirma cada uma
2. TécnicaPor que esta e não uma mais simples?O que no seu caso descarta as alternativas
3. ChancesQual é a minha chance, na minha idade?Faixa, nascido vivo separado, taxa acumulada
4. ProtocoloComo e quando vai acontecer?Medicamentos, número de ultrassons, calendário
5. CustosO que compõe e como pagar?Orçamento item por item e formas de pagamento
6. LogísticaQuantas idas à clínica e onde?Monitoramento perto de casa ou plano de viagens
7. RiscosO que pode dar errado e qual é o plano B?Prevenção do hiperestímulo, embrião único, cancelamento

No bloco de logística, pergunte quantas vezes precisará ir à clínica, se o monitoramento pode ser feito com médico parceiro na sua cidade, se a coleta exige acompanhante e quantos dias de afastamento do trabalho o ciclo costuma exigir. Quem mora longe de um centro precisa dessa resposta antes de fechar, porque 77,6% dos 192 centros brasileiros ficam no Sul e no Sudeste, segundo o SisEmbrio.

No bloco de riscos, pergunte como a clínica previne a síndrome de hiperestímulo ovariano, qual é a política de transferência de embrião único diante do limite por idade da Resolução CFM 2.320/2022, o que acontece com os embriões que sobrarem e o que muda no seu caso se houver doença prévia. A resposta boa vai além da porcentagem e fala em prevenção e em plano B.

O que muda quando a paciente chega com a lista

A diferença entre uma consulta com lista e uma consulta sem lista aparece no que a paciente sabe ao sair. O exemplo abaixo é comum entre quem chega à Nidavitae.

Exemplo ilustrativo. Juliana, 36 anos, foi à primeira consulta sem lista e saiu com a indicação de FIV, uma taxa de sucesso geral e a promessa de um orçamento por e-mail. Na segunda opinião, levou os sete blocos por escrito. Saiu com a causa provável (reserva ovariana baixa e fator masculino leve), o motivo de a inseminação não servir, a chance na faixa dela em nascido vivo, um calendário de seis semanas, o orçamento item por item com o medicamento à parte e o nome da enfermeira para dúvidas. As duas consultas duraram o mesmo tempo. A lista mudou o que cabia dentro dele.

Com a lista, a paciente percebe a competência do médico e compara duas clínicas com a mesma régua.

A paciente que chega com as perguntas por escrito recebe uma consulta melhor, porque me obriga a justificar cada decisão. Eu prefiro responder a vinte perguntas na primeira consulta do que descobrir na terceira que ela não entendeu o plano.

Dra. Mariana Costa Albuquerque, ginecologista e especialista em reprodução humana, CRM-SP 154.322, RQE 61.870, revisora médica da Nidavitae

O que os guias não contam sobre a primeira consulta

Quatro pontos que raramente aparecem nas listas de perguntas para o médico de fertilidade e que mudam o resultado da consulta.

A primeira consulta raramente define o plano
Sem exames completos, o especialista define o que pedir, e o plano vem na segunda consulta. Chegar com os exames em mãos é o que faz a primeira consulta valer por duas.
A pergunta sobre quem faz cada etapa
Em clínicas grandes, o médico da consulta pode não ser o da punção nem o da transferência. Pergunte quem faz cada uma e se você vai conhecer essas pessoas antes.
O canal entre consultas importa tanto quanto a consulta
Durante a estimulação, dúvidas surgem todo dia. Pergunte quem responde, por onde e em quanto tempo. Clínica sem canal deixa você sozinha na fase mais delicada.
Perguntar sobre custo não ofende o médico
O especialista sabe que o custo define se o ciclo acontece. Quem fica desconfortável com a pergunta está mostrando como vai tratar o assunto depois.

Com esses quatro pontos em mente, a primeira consulta cumpre a função dela: fechar o diagnóstico e escolher com quem seguir.

Os erros mais comuns na primeira consulta

Quatro hábitos que a ansiedade estimula respondem pela maior parte dos erros da primeira consulta.

  • Ir sem os exames antigosExames de dois anos atrás mostram a tendência da reserva ovariana. Sem eles, o especialista pede tudo de novo e o plano atrasa.
  • Aceitar a técnica sem ouvir o diagnósticoTécnica antes de causa é o caminho mais curto para um ciclo que não deveria ter acontecido.
  • Não perguntar sobre custo por constrangimentoO custo interrompe mais tratamentos do que qualquer complicação médica. Pergunte na primeira consulta.
  • Fechar sem segunda opiniãoUma segunda consulta com a mesma lista custa pouco e mostra se as respostas da primeira eram específicas ou padrão.

Evitar esses erros depende de uma folha com sete blocos, dos exames na bolsa e da disposição de fazer a pergunta desconfortável.

Checklist: o que você precisa saber ao sair da consulta

Ao sair da primeira consulta, confira estes oito itens. Cada um que ficou sem resposta é uma pergunta para o retorno ou para a segunda opinião.

  1. Sei a causa provável e quais exames a confirmam.
  2. Sei qual técnica foi indicada e por que não uma mais simples.
  3. Tenho a chance na minha idade, em nascido vivo, e sei quantos ciclos costumam ser necessários.
  4. Tenho um calendário aproximado do início ao dia da transferência.
  5. Sei o que compõe o custo e quando o orçamento por escrito chega.
  6. Sei as formas de pagamento e se o medicamento entra no parcelamento.
  7. Sei quantas idas à clínica o ciclo exige e onde será o monitoramento.
  8. Sei os riscos e o plano B se o ciclo for cancelado ou não der certo.

Para entender o cenário em que essas consultas acontecem, com o número de ciclos e a distribuição dos centros pelo país, leia os dados da reprodução assistida no Brasil. E, se ainda está escolhendo com quem consultar, o guia como escolher clínica de fertilização lista os doze critérios verificáveis.

Chegue à primeira consulta com o custo já simuladoTriagem gratuita, indicação de especialista parceiro e parcelamento antes da consulta.

Fazer minha triagem gratuita
Camila Ferraz, editora de saúde da Nidavitae

Jornalista especializada em saúde, com passagem por redações de ciência e por hospitais de referência. Coordena a produção dos guias da Nidavitae e a checagem das fontes citadas em cada texto. Este guia foi revisado por Dra. Mariana Costa Albuquerque, ginecologista e especialista em reprodução humana (CRM-SP 154.322, RQE 61.870). Conheça a equipe e o método editorial.

Perguntas frequentes sobre a primeira consulta de fertilidade

O que perguntar na primeira consulta de fertilidade?

Na primeira consulta de fertilidade, pergunte sobre sete blocos: qual é a causa provável da infertilidade e que exames faltam, qual técnica é indicada e por que não outra, qual é a chance no seu caso e na sua idade, como será o protocolo e o calendário, o que compõe o custo e como pagar, como fica a logística de consultas e ultrassons, e quais são os riscos. Leve as perguntas por escrito.

O que levar para a primeira consulta com o especialista?

Leve todos os exames já feitos, mesmo antigos, o histórico de tentativas com datas, a lista de medicamentos em uso, cirurgias e doenças anteriores, o espermograma do parceiro se houver, e as perguntas por escrito. Quanto mais completo o histórico, menos exames o especialista repete e mais rápido o plano é definido. A checklist de exames da Nidavitae ajuda a organizar.

Quanto tempo dura a primeira consulta de fertilidade?

A primeira consulta com um especialista em reprodução humana costuma durar entre 40 minutos e uma hora, porque inclui a história clínica do casal, a revisão dos exames e, muitas vezes, um ultrassom transvaginal com contagem de folículos. Consultas muito curtas, sem tempo para as suas perguntas, são um sinal de alerta sobre como será o acompanhamento.

Como saber se a resposta do médico é boa?

A resposta boa é específica para o seu caso, vem com o porquê e admite incerteza quando ela existe. Se você pergunta a chance e recebe um número redondo sem faixa de idade, ou pergunta o custo e recebe um valor fechado sem itens, a resposta é genérica. Um especialista que diz que precisa de mais um exame para responder está sendo mais honesto do que quem responde tudo na hora.

Devo perguntar sobre custo já na primeira consulta?

Sim. O custo faz parte do plano de tratamento, e o especialista sabe disso. Pergunte o que compõe o custo, o que fica fora do orçamento, quanto o medicamento representa e quais são as formas de pagamento. O valor muda de médico para médico, e você precisa do orçamento por escrito, item por item, para comparar e para planejar o parcelamento.

Posso levar meu parceiro ou parceira à consulta?

Sim, e é recomendado. A infertilidade é do casal, e o fator masculino participa de cerca de metade dos casos. O especialista costuma pedir o espermograma na primeira consulta e faz perguntas sobre a saúde dos dois. Para mulheres solteiras e casais de mulheres, a consulta é individual ou do casal, e inclui a conversa sobre doação de sêmen e registro civil.

Preciso fazer exames antes da primeira consulta?

Nenhuma clínica exige, e ainda assim ajuda. Se você já tem exames de hormônio antimülleriano, ultrassom transvaginal, sorologias ou espermograma, leve todos. Sem eles, o especialista pede na primeira consulta e o plano só fica definido na segunda. Ir com os exames em mãos costuma economizar semanas. Se não tem nenhum, vá mesmo assim: a consulta define o que pedir.

O que perguntar sobre os riscos da FIV?

Pergunte sobre a síndrome de hiperestímulo ovariano e como a clínica previne, sobre a política de transferência de embrião único e o risco de gestação múltipla, sobre os efeitos dos medicamentos, sobre o que acontece se o ciclo for cancelado e sobre o destino dos embriões congelados. A resposta boa vai além da porcentagem: fala em prevenção e em plano B.

E se eu não conseguir perguntar tudo na consulta?

Pergunte como falar com a equipe depois da consulta: por telefone, WhatsApp ou retorno agendado. Clínicas organizadas têm enfermeira ou coordenadora para dúvidas entre consultas. Anote o que ficou sem resposta e envie por escrito. Se a clínica não oferece nenhum canal de contato entre consultas, isso pesa na escolha, porque a FIV exige contato frequente durante a estimulação.

Como a Nidavitae ajuda antes da primeira consulta?

A Nidavitae conecta você a especialistas parceiros em todo o Brasil e mostra o custo e o parcelamento antes da consulta. Na triagem gratuita, você informa idade, cidade e situação, e recebe a indicação de um especialista que atende ao seu perfil, com a simulação de custo. Você chega à consulta com uma parte das perguntas de custo já respondida e usa o tempo para o diagnóstico.

Continue lendo antes da consulta

Os próximos guias para quem vai à primeira consulta: os dados nacionais de reprodução assistida, como ler o orçamento e como ler a taxa de sucesso.

Quando terminar de ler, a triagem gratuita indica um especialista parceiro para o seu caso, com estimativa de custo e parcelamento.

Fazer triagem gratuita