Infertilidade e exames

Espermograma: valores normais e como ler o laudo

O laudo do espermograma chega cheio de números e siglas, e a maioria dos casais não sabe qual deles importa. Este guia da Nidavitae mostra os valores normais pelo manual da OMS, explica cada campo do laudo, o que significam os nomes como oligozoospermia e o que muda no tratamento conforme o resultado.

Documentos, calculadora e materiais de organização sobre uma mesa (imagem ilustrativa).
Homem de cerca de 35 anos lê o laudo do espermograma ao lado da parceira, com o celular na mão

Resposta rápida

Os valores normais do espermograma, pelo manual da OMS de 2021, começam em 16 milhões de espermatozoides por mL, 39 milhões no total do ejaculado, 30% de motilidade progressiva, 42% de motilidade total, 4% de formas normais pelos critérios estritos e volume de 1,4 mL. Esses números são limites inferiores de referência. Um laudo abaixo deles precisa ser repetido, com abstinência de dois a sete dias, antes de qualquer decisão sobre tratamento.

Quais são os valores normais do espermograma?

Os valores normais do espermograma são os limites inferiores de referência publicados pela Organização Mundial da Saúde no manual de análise do sêmen, na edição de 2021. Eles correspondem ao percentil 5 de homens cujas parceiras engravidaram em até doze meses: 95% dos homens férteis estudados tinham valores acima desses limites. Ficar abaixo aumenta a chance de haver um fator masculino, mas não define infertilidade sozinho.

Limites inferiores de referência do espermograma pelo manual da OMS de 2021
ParâmetroLimite inferior de referênciaNome da alteração quando abaixo
Volume1,4 mLHipospermia
Concentração16 milhões por mLOligozoospermia
Número total por ejaculado39 milhõesOligozoospermia
Motilidade total42%Astenozoospermia
Motilidade progressiva30%Astenozoospermia
Vitalidade54% de espermatozoides vivosNecrozoospermia
Morfologia (critérios estritos)4% de formas normaisTeratozoospermia
pH7,2 ou maisSugere obstrução ou infecção quando muito baixo

Laboratórios mais antigos ainda usam a edição de 2010 da OMS, com concentração de 15 milhões por mL e motilidade progressiva de 32%. A diferença é pequena, mas explica por que o mesmo homem pode receber "normal" em um laboratório e "limítrofe" em outro. Quem quer falar com um especialista sobre o resultado deve levar o laudo completo, com a edição do manual que o laboratório usou.

Como ler o laudo do espermograma campo a campo

O laudo se divide em análise macroscópica, que olha o sêmen a olho nu, e análise microscópica, que conta e classifica os espermatozoides. Os campos abaixo aparecem em quase todos os laudos brasileiros, nem sempre nessa ordem.

Volume é a quantidade de sêmen ejaculado, em mililitros. Volume muito baixo pode vir de abstinência curta, coleta incompleta ou obstrução das vesículas seminais. Liquefação é o tempo que o sêmen leva para ficar líquido depois da coleta, em geral até 60 minutos. Viscosidade e pH completam a parte macroscópica.

Concentração é o número de espermatozoides por mililitro, e número total é a concentração multiplicada pelo volume. O total costuma pesar mais do que a concentração, porque é o que chega ao trato feminino. A motilidade progressiva é a porcentagem de espermatozoides que nadam para a frente, em linha ou em círculos amplos; a motilidade não progressiva conta os que se mexem sem sair do lugar; os imóveis fecham a conta.

A morfologia classifica a forma dos espermatozoides pelos critérios estritos de Kruger, que são exigentes: só cabeça, peça intermediária e cauda perfeitas contam como normais. Por isso o limite é baixo, 4%, e a maioria dos homens férteis tem valores entre 4% e 15%. Vitalidade distingue espermatozoides imóveis vivos dos mortos e só é pedida quando a motilidade está muito baixa. Leucócitos acima de 1 milhão por mL sugerem inflamação ou infecção e pedem investigação.

Alguns laudos trazem também o número total de espermatozoides móveis progressivos, que resulta do volume vezes a concentração vezes a motilidade progressiva. É o número que mais orienta a escolha entre relação programada, inseminação e FIV, e vale a pena calcular quando o laudo não traz.

O que significam os nomes do laudo

Os termos terminados em "zoospermia" descrevem qual parâmetro ficou abaixo da referência. Eles descrevem o que foi visto no microscópio. A causa é outra investigação.

  • Normozoospermia: todos os parâmetros dentro da referência da OMS.
  • Oligozoospermia: concentração abaixo de 16 milhões por mL ou total abaixo de 39 milhões. Chama-se grave quando fica abaixo de 5 milhões por mL.
  • Astenozoospermia: motilidade progressiva abaixo de 30% ou total abaixo de 42%.
  • Teratozoospermia: menos de 4% de formas normais pelos critérios estritos.
  • Oligoastenoteratozoospermia: as três alterações juntas, abreviada como OAT. É o padrão mais frequente na varicocele e nas causas hormonais ou genéticas.
  • Azoospermia: nenhum espermatozoide no ejaculado, confirmada depois de centrifugar a amostra em dois exames.
  • Criptozoospermia: espermatozoides encontrados só depois da centrifugação, em número muito pequeno.

Saber o nome ajuda a conversar com o médico, mas o que decide o tratamento é a combinação dos números com a idade da parceira e com o tempo de tentativa. Uma oligozoospermia leve em um casal jovem pode ser acompanhada; a mesma oligozoospermia com a parceira aos 39 anos costuma levar direto à FIV.

Espermograma alterado: o que fazer primeiro

A primeira providência com um espermograma alterado é repetir o exame antes de qualquer tratamento. A produção de espermatozoides leva cerca de 74 dias, e o resultado de hoje reflete o que aconteceu nos últimos dois a três meses: uma febre alta, uma virose, um período de muito álcool ou uma abstinência fora do intervalo recomendado. Dois laudos alterados, com semanas de intervalo, é que confirmam o fator masculino.

Um espermograma ruim é um sinal para investigar. Dois espermogramas ruins são um diagnóstico.

Confirmada a alteração, a investigação segue com o exame físico do urologista, que procura varicocele e avalia o volume dos testículos, e com dosagens hormonais de FSH, LH e testosterona. Nas alterações graves, entram o cariótipo e a pesquisa de microdeleções do cromossomo Y, porque parte das causas é genética e pode ser transmitida aos filhos. O guia sobre varicocele e infertilidade explica quando a cirurgia melhora o laudo e quando não compensa esperar por ela.

Exemplo ilustrativo. Rodrigo, 34 anos, faz o primeiro espermograma três semanas depois de uma gripe forte, com um dia de abstinência. O laudo mostra 9 milhões por mL e 22% de motilidade progressiva. Ele repete o exame dez semanas depois, com quatro dias de abstinência: 21 milhões por mL e 35% progressivos, dentro da referência. O primeiro laudo refletia a febre e a coleta apressada. Se tivesse iniciado um tratamento a partir do primeiro exame, teria gasto tempo e dinheiro em cima de um número que não era real.

O exemplo se repete no consultório com frequência. Antes de qualquer decisão, o especialista quer dois laudos comparáveis, e é isso que faz a diferença entre tratar o homem e tratar um resultado de laboratório.

Nenhum casal deve escolher entre inseminação e FIV com base em um único espermograma. Eu peço a repetição com o mesmo intervalo de abstinência e, só com dois laudos na mão, cruzo o número de progressivos totais com a idade da parceira. É esse cruzamento que define a técnica, não a sigla do laudo.

Dra. Mariana Costa Albuquerque, ginecologista e especialista em reprodução humana, CRM-SP 154.322, RQE 61.870, revisora médica da Nidavitae

Espermograma fora da referência?Um especialista parceiro da Nidavitae lê os dois laudos, cruza com a idade da parceira e mostra o caminho e o custo antes da consulta.

Entender o meu espermograma com um especialista

Como se preparar para o exame não sair errado

Grande parte dos espermogramas alterados sai assim por preparo errado, sem doença nenhuma por trás. O manual da OMS define regras simples de coleta, e segui-las evita a repetição por motivo evitável.

  1. Abstinência de dois a sete dias

    Sem ejaculação nesse intervalo. Menos de dois dias reduz volume e concentração; mais de sete piora a motilidade. Repita o exame sempre com o mesmo número de dias.

    Anote a data da última ejaculação
  2. Sem febre nos últimos três meses

    Febre alta, virose ou infecção recente derrubam a produção por semanas. Se houve, avise o laboratório e prefira adiar a coleta.

    Efeito pode durar até 3 meses
  3. Coleta completa, de preferência no laboratório

    Por masturbação, no frasco fornecido pelo laboratório, sem lubrificante e sem perder a primeira porção, que concentra a maior parte dos espermatozoides. Se colher em casa, a amostra precisa chegar em até uma hora, protegida do frio e do calor.

    Análise começa em até 60 minutos

Informe ao laboratório medicamentos em uso, principalmente anabolizantes e reposição de testosterona, que reduzem a produção de espermatozoides de forma intensa, e qualquer cirurgia ou trauma na região. O laudo só é confiável quando o laboratório segue o manual da OMS, com contagem em câmara adequada e morfologia pelos critérios estritos, e isso vale a pergunta na hora de escolher onde fazer.

O que muda no tratamento conforme o resultado

O espermograma não define o tratamento sozinho, mas é o exame que mais pesa na escolha da técnica. O número que orienta a decisão é o total de espermatozoides móveis progressivos, cruzado com a idade da parceira e com o tempo de tentativa. A tabela abaixo resume o raciocínio mais comum entre os especialistas.

Como o resultado do espermograma costuma orientar a técnica de tratamento
ResultadoTécnica mais indicadaO que pesa na decisão
Normal, com parceira jovemRelação programada ou inseminaçãoTempo de tentativa e exames da parceira
Alteração leve a moderadaInseminação intrauterina ou FIVMilhões de progressivos após o preparo do sêmen e idade da parceira
Alteração grave ou OATFIV com ICSIPoucos espermatozoides bons bastam para injetar em cada óvulo
Azoospermia obstrutivaBusca de espermatozoides no testículo e ICSIProdução preservada, caminho bloqueado
Azoospermia não obstrutivaBusca cirúrgica e ICSI, ou doação de sêmenChance de encontrar espermatozoides varia com a causa

Na ICSI, injeção intracitoplasmática de espermatozoide, o embriologista escolhe um único espermatozoide e o injeta dentro do óvulo. É a técnica que permite gravidez mesmo com laudos muito alterados, desde que existam alguns espermatozoides vivos. O hub de tratamentos para engravidar compara inseminação, FIV e ICSI e mostra o que compõe o custo de cada uma e as formas de parcelar.

Antes de qualquer técnica, o especialista avalia o que pode ser corrigido em dois a três meses: hábitos, medicamentos, calor excessivo e varicocele. O guia sobre como melhorar a qualidade do sêmen separa o que tem evidência do que é mito nesse período de preparo.

O que os guias não contam sobre o espermograma

Quatro pontos que raramente aparecem nos conteúdos sobre espermograma e que mudam a leitura do laudo na prática.

Referência não é média nem ideal
Os limites da OMS são o percentil 5 de homens férteis. Estar acima deles não garante gravidez, e estar pouco abaixo não impede. O laudo mostra probabilidade, e a idade da parceira muda o peso de cada número.
A porcentagem engana sem o número absoluto
Motilidade progressiva de 25% com 80 milhões por mL rende mais espermatozoides úteis do que 45% com 12 milhões por mL. Calcule o total de progressivos antes de se preocupar com a porcentagem.
Há alterações que o espermograma não vê
A fragmentação do DNA espermático e as alterações genéticas não aparecem na análise comum. Em falhas repetidas de tratamento ou abortos de repetição, o especialista pede exames complementares.
Testosterona em gel ou injeção reduz a produção
A reposição de testosterona, usada por muitos homens por indicação de academia ou clínica, inibe o FSH e o LH e pode zerar a produção de espermatozoides. A suspensão, orientada pelo médico, costuma recuperar o laudo em meses.

Quem entende esses quatro pontos deixa de tratar o laudo como nota de prova e passa a usá-lo como o que ele é: um dado, entre outros, para escolher a técnica com o menor número de tentativas.

Os erros mais comuns ao interpretar o espermograma

Os quatro erros abaixo aparecem com frequência nas consultas e atrasam o tratamento em meses. Todos podem ser evitados antes mesmo da primeira consulta.

  • Decidir o tratamento com um único exameUm laudo isolado pode refletir febre, abstinência errada ou coleta incompleta. Sem o segundo exame, a decisão é um chute.
  • Se apegar à morfologiaMorfologia de 2% ou 3% assusta, mas é comum em homens férteis. Concentração e progressivos totais pesam muito mais.
  • Investigar só o homem, ou só a mulherEm cerca de metade dos casais com dificuldade há fator masculino, muitas vezes junto com fator feminino. Os dois investigam ao mesmo tempo.
  • Esperar meses de suplemento para repetir o exameA produção leva cerca de 74 dias, e hábitos importam, mas com a parceira acima dos 35 cada trimestre de espera pesa mais do que qualquer vitamina.

Para evitar os quatro, basta levar os dois laudos completos a um especialista em reprodução humana e deixar a decisão para o cruzamento dos números com a idade da parceira.

O que fazer agora com o laudo na mão

Se você já tem o resultado do espermograma, o próximo passo é transformar o laudo em uma decisão com prazo. São três passos, nesta ordem.

  1. Verifique a abstinência e a data da coleta, e repita o exame se ele foi feito com febre recente, abstinência fora de dois a sete dias ou coleta incompleta.
  2. Calcule o total de progressivos: volume vezes concentração vezes motilidade progressiva. Esse número vai orientar a técnica.
  3. Marque a consulta do casal com um especialista em reprodução humana, levando os dois laudos e os exames da parceira, para escolher entre inseminação, FIV ou ICSI com o custo total na mesa.

A triagem gratuita da Nidavitae encaminha o casal a um especialista parceiro na região, com estimativa de custo e parcelamento antes da consulta. O guia sobre demora para engravidar e quando procurar um médico ajuda a decidir se o momento já chegou. Se o laudo está alterado e a parceira tem mais de 35 anos, o momento é agora.

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Camila Ferraz, editora de saúde da Nidavitae

Jornalista especializada em saúde, com passagem por redações de ciência e por hospitais de referência. Coordena a produção dos guias da Nidavitae e a checagem das fontes citadas em cada texto. Este guia foi revisado por Dra. Mariana Costa Albuquerque, ginecologista e especialista em reprodução humana (CRM-SP 154.322, RQE 61.870). Conheça a equipe e o método editorial.

Perguntas frequentes sobre os valores do espermograma

Quais são os valores normais do espermograma segundo a OMS?

Pelo manual da OMS de 2021, os limites inferiores de referência são: volume de 1,4 mL, concentração de 16 milhões de espermatozoides por mL, total de 39 milhões por ejaculado, motilidade total de 42%, motilidade progressiva de 30%, vitalidade de 54% e morfologia de 4% de formas normais pelos critérios estritos. Valores acima disso são considerados dentro da referência.

O que é concentração normal de espermatozoides?

Concentração normal é a partir de 16 milhões de espermatozoides por mililitro, segundo a OMS. Abaixo disso o laudo indica oligozoospermia. O número total por ejaculado também importa: multiplica-se a concentração pelo volume, e a referência é de 39 milhões. Um homem com concentração limítrofe e volume alto pode ter total normal, e o especialista lê os dois números juntos.

Motilidade progressiva de 30% é normal?

Sim, 30% é exatamente o limite inferior de referência da OMS para motilidade progressiva, ou seja, a fração de espermatozoides que nadam para a frente. Abaixo de 30% o laudo fala em astenozoospermia. O que importa para a chance é o número absoluto de espermatozoides progressivos, calculado a partir da concentração, do volume e da motilidade, e não só a porcentagem.

Morfologia de 4% é ruim?

Não. Pelos critérios estritos de Kruger adotados pela OMS, 4% de formas normais é o limite inferior da referência, e a maioria dos homens férteis tem valores baixos nesse parâmetro. Morfologia de 1% a 3% isolada, com concentração e motilidade normais, raramente impede a gravidez natural. O especialista pesa a morfologia junto com os demais campos, e não sozinha.

Espermograma alterado significa infertilidade?

Não necessariamente. O espermograma mostra a chance, não uma sentença. Homens com valores abaixo da referência engravidam as parceiras com frequência, e homens com laudo perfeito podem ter dificuldade. Um exame alterado precisa ser repetido, porque febre, abstinência errada ou estresse mudam o resultado. Dois laudos alterados com intervalo de semanas indicam fator masculino a investigar com urologista e especialista em reprodução.

Quantos dias de abstinência antes do espermograma?

De dois a sete dias, segundo a OMS. Menos de dois dias reduz o volume e a concentração; mais de sete dias aumenta o número, mas piora a motilidade e a integridade do DNA. O ideal é repetir o exame com o mesmo intervalo de abstinência para que os laudos sejam comparáveis. Anote a data da última ejaculação e informe ao laboratório.

Preciso repetir o espermograma?

Sim, sempre que o primeiro sair alterado, e muitos especialistas pedem dois exames mesmo com resultado normal. A produção de espermatozoides varia de semana para semana, e um único laudo pode refletir uma febre, uma noite mal dormida ou uma coleta incompleta. O intervalo entre os exames costuma ser de duas a doze semanas, de preferência no mesmo laboratório.

O que é azoospermia e tem tratamento?

Azoospermia é a ausência de espermatozoides no ejaculado, confirmada em dois exames com centrifugação da amostra. Pode ser obstrutiva, quando os testículos produzem mas o caminho está bloqueado, como após vasectomia, ou não obstrutiva, quando a produção falha. Nos dois casos, a busca cirúrgica de espermatozoides no testículo seguida de ICSI permite gravidez em parte dos casais.

O plano de saúde cobre o espermograma?

Em geral sim. O espermograma é um exame de diagnóstico da infertilidade e costuma ser coberto pelos planos de saúde com pedido médico, assim como a consulta com o urologista. O que o plano não é obrigado a cobrir é o tratamento de reprodução assistida em si, como a inseminação ou a FIV, conforme o Tema 1.067 do STJ.

Como falo com um especialista sobre o meu espermograma pela Nidavitae?

Pela triagem gratuita. Em cerca de um minuto, você informa nome, WhatsApp, idade e cidade, e a Nidavitae indica um especialista parceiro em reprodução humana para ler o laudo, pedir a repetição e os exames complementares e mostrar o custo e o parcelamento de cada caminho antes da consulta. Levar os dois laudos acelera a primeira conversa.

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Quando terminar de ler, a triagem gratuita indica um especialista parceiro para o seu caso, com estimativa de custo e parcelamento.

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