
AMH por idade: tabela e como interpretar
Valores por faixa etária e o que o AMH não consegue medir.
Ler o meu AMH pela tabela de idadeEsta categoria é para quem está tentando há mais de um ano e nada acontece, para quem recebeu um laudo que não entendeu e para quem já perdeu uma gestação. Comece pela página de diagnóstico de infertilidade com especialistas parceiros e use os guias abaixo para chegar à consulta com os exames certos.
Três situações que trazem a maioria dos casais ao consultório. Escolha a sua e leia os guias que explicam o que investigar.
Se a sua situação não aparece aqui, a triagem gratuita com especialista leva cerca de um minuto e indica o caminho para o seu caso.
Quinze guias que traduzem laudos, causas e decisões na linguagem de quem está tentando engravidar.

Valores por faixa etária e o que o AMH não consegue medir.
Ler o meu AMH pela tabela de idade
Caminhos por idade: tentar, congelar, FIV ou ovodoação.
Ver os caminhos com baixa reserva
Checklist de sinais e o peso do histórico familiar.
Reconhecer os sinais de menopausa precoce
Laudo anotado campo a campo com os valores da OMS.
Entender o laudo do espermograma
Decisão que cruza a varicocele com a idade da parceira.
Decidir entre operar ou fazer FIV
Cada hábito classificado pelo nível de evidência científica.
Separar mito de evidência no sêmen
Regra de 12 e 6 meses, exceções e checklist de exames.
Saber quando procurar um especialista
Caminho por estágio e idade: cirurgia ou FIV.
Ver quando a endometriose leva à FIV
Escada de tratamento com a chance em cada degrau.
Subir a escada de tratamento na SOP
Preparo prático, o que se sente e como reduzir o desconforto.
Preparar-me para a histerossalpingografia
Exames indicados e quando o PGT-A entra na investigação.
Investigar o aborto de repetição
Causas investigadas e exames com evidência discutida.
Entender a falha de implantação
Chance das duas opções e o que compõe o custo, conforme a idade da parceira.
Comparar reversão de vasectomia e FIV
Chance das duas opções e o que compõe o custo, conforme a idade.
Comparar reversão de laqueadura e FIV
Modelo de pedido de exames e faixas de referência por idade.
Montar o meu pedido de examesCada mês sem investigar é um mês a menos de chance, sobretudo depois dos 35. Veja como funciona o diagnóstico de infertilidade com especialistas parceiros e faça a triagem gratuita para encontrar um especialista na sua cidade e chegar à consulta com os exames certos.
Até os 34 anos, procure um especialista depois de 12 meses de tentativas sem gravidez. Entre 35 e 39 anos, depois de 6 meses. A partir dos 40, procure agora, sem esperar. Ciclos irregulares, endometriose diagnosticada, cirurgia pélvica ou vasectomia prévia do parceiro são motivos para adiantar a consulta em qualquer idade.
As causas se dividem em partes parecidas: fator feminino, fator masculino, os dois juntos e uma parcela sem causa identificada. Do lado feminino, as mais comuns são alteração da ovulação, endometriose, obstrução das trompas e baixa reserva ovariana. Do lado masculino, alteração na quantidade, mobilidade ou forma dos espermatozoides, muitas vezes ligada à varicocele.
A investigação básica inclui dosagens hormonais no início do ciclo, o AMH para estimar a reserva ovariana, ultrassom transvaginal com contagem de folículos e a histerossalpingografia para avaliar as trompas. Conforme o histórico, entram sorologias, cariótipo e exames para trombofilias. O especialista pede tudo em uma consulta para não perder ciclos.
O AMH, hormônio antimülleriano, estima quantos óvulos ainda existem nos ovários. Ele indica quantidade, não qualidade, e serve para prever a resposta à estimulação na FIV e no congelamento. Com AMH baixo, engravidar naturalmente continua possível; o que encurta é o tempo para decidir. O valor esperado cai com a idade.
Sim, mas o plano muda com a idade. Antes dos 35 anos, com reserva baixa e trompas abertas, ainda há espaço para tentar naturalmente por poucos meses ou congelar óvulos. Depois dos 38, a FIV costuma ser indicada de imediato. Quando a resposta à estimulação é muito baixa, a ovodoação entra na conversa. Quem decide é o especialista, com o AMH em mãos.
O espermograma avalia volume, concentração, motilidade e morfologia dos espermatozoides, comparados aos valores de referência da OMS. Uma alteração isolada não define infertilidade: o exame varia e costuma ser repetido depois de alguns meses. Alterações leves podem ser tratadas com inseminação; alterações graves ou azoospermia levam à ICSI, às vezes com coleta cirúrgica.
A histerossalpingografia causa cólica, parecida com a menstrual, no momento em que o contraste passa pelas trompas, e dura poucos minutos. A maioria das mulheres descreve desconforto, não dor forte. Um analgésico uma hora antes reduz o incômodo. O exame importa porque mostra se as trompas estão abertas, o que define entre inseminação e FIV.
Na síndrome dos ovários policísticos, o primeiro degrau costuma ser a indução da ovulação com comprimidos e relação programada. Se não funcionar, a inseminação artificial. Quando os dois falham, ou se há outro fator associado, a FIV. Perda de peso, quando indicada, melhora a resposta em qualquer degrau. O especialista sobe a escada conforme a idade.
Sim. Duas ou mais perdas gestacionais definem aborto de repetição e pedem investigação: cariótipo do casal, avaliação do útero, exames para trombofilias e doenças autoimunes, e dosagens hormonais. A causa mais comum é cromossômica, e por isso o PGT-A dos embriões entra na conversa quando a FIV é o caminho. Metade dos casos fica sem causa definida.
A resposta depende da idade da mulher. Antes dos 35 anos, com reversão viável e tempo para tentar, a cirurgia pode compensar. Depois dos 38, cada ano de espera reduz a chance, e a FIV com ICSI costuma ser mais rápida e previsível. O tempo desde a cirurgia e a técnica usada também pesam. A conta é feita com o urologista e o especialista em reprodução.
A triagem gratuita cruza idade e tempo de tentativa, indica o especialista parceiro mais próximo e mostra o custo da investigação antes da consulta.