Infertilidade e exames

SOP: como engravidar com indução, inseminação ou FIV

Ter síndrome dos ovários policísticos e não conseguir engravidar é frustrante, mas é também um dos cenários de infertilidade com mais caminhos de tratamento. Este guia da Nidavitae mostra a escada de tratamento para engravidar com SOP: o que fazer primeiro, quando subir de degrau e quando a FIV passa a ser a indicação.

Paciente e profissional durante consulta com equipamento de ultrassom (imagem ilustrativa).
Mulher de cerca de 31 anos observa o resultado do ultrassom com a médica no consultório

Resposta rápida

Sim, quem tem SOP pode engravidar, e a maioria engravida com tratamento. A escada começa com perda de 5% a 10% do peso em quem está acima dele, sobe para a indução da ovulação com letrozol, primeira linha nas diretrizes internacionais, com relação programada ou inseminação, e chega à FIV quando a indução falha, há outro fator no casal ou a mulher tem 35 anos ou mais. A metformina entra em casos selecionados, com resistência à insulina.

O que é SOP e por que ela atrapalha a gravidez

A síndrome dos ovários policísticos (SOP) é uma alteração hormonal em que os ovários produzem hormônios masculinos em excesso e os folículos crescem até certo ponto, mas não amadurecem nem liberam o óvulo. Sem ovulação regular, não há óvulo disponível todo mês, e a chance de gravidez cai. É a causa mais comum de infertilidade por falta de ovulação e atinge, segundo a OMS, cerca de 8% a 13% das mulheres em idade reprodutiva.

O diagnóstico segue os critérios de Rotterdam: são necessários dois de três sinais. O primeiro é a ovulação irregular ou ausente, que aparece como ciclos longos, que atrasam semanas ou somem por meses. O segundo é o excesso de hormônios masculinos, visível em acne, pelos no rosto e no corpo ou em exame de sangue. O terceiro é o aspecto policístico dos ovários no ultrassom, com muitos folículos pequenos.

Ovários policísticos no ultrassom, sozinhos, não são SOP. Muitas mulheres jovens têm esse aspecto e ovulam normalmente. Por outro lado, mulher com ciclos irregulares e acne pode ter SOP com ultrassom normal. O especialista também afasta causas parecidas, como alteração de tireoide, prolactina alta e hiperplasia adrenal, antes de fechar o diagnóstico.

A SOP é a causa de infertilidade que mais responde ao tratamento certo.

Se você tem SOP e está tentando engravidar, o prazo de esperar 12 meses não vale para você. Ciclo irregular é um dos sinais que indicam procurar o especialista desde o primeiro mês de tentativa, como explica o guia sobre quando procurar um médico.

A escada de tratamento: por onde começar

O tratamento da infertilidade por SOP é uma escada, e a regra é começar no degrau mais simples que tem chance real para o seu caso. Subir cedo demais gasta dinheiro; ficar tempo demais em um degrau gasta idade. A tabela abaixo resume os quatro degraus, quem se beneficia de cada um e quando é hora de subir.

Escada de tratamento para engravidar com SOP
DegrauPara quemComo funcionaQuando subir
1. Estilo de vidaMulheres com sobrepeso ou obesidade, em qualquer idadePerder 5% a 10% do peso com alimentação e exercício, com ou sem metformina, restaura a ovulação em boa parte dos casosDepois de 3 a 6 meses sem ciclos regulares, ou de imediato se a mulher tem 35 anos ou mais
2. Indução da ovulaçãoTrompas abertas e sêmen normalLetrozol (primeira linha) ou clomifeno por 5 dias, ultrassom para acompanhar o folículo e relação programadaDepois de 3 a 6 ciclos com ovulação sem gravidez, ou se não ovular na dose máxima
3. Inseminação intrauterinaIndução que ovula mas não engravida; sêmen levemente alteradoIndução com comprimido ou injeção e sêmen preparado colocado dentro do útero no dia da ovulaçãoDepois de 3 a 4 ciclos sem gravidez
4. FIVIndução que falhou, outro fator no casal, 35 anos ou mais, muitos folículos na induçãoEstimulação com protocolo de baixo risco, coleta, fecundação e transferência de um embrião, muitas vezes em ciclo congeladoÉ o último degrau; a variável passa a ser o número de tentativas

A escada não é obrigatória para todo mundo. Mulher com SOP e trompa obstruída, ou cujo parceiro tem sêmen muito alterado, começa no degrau 4 sem passar pelos outros. A ordem vale para quem tem SOP como fator isolado, e é o especialista quem define o degrau inicial com os exames do casal na mão.

Perder peso funciona mesmo?

Funciona, e mais do que a maioria espera. Na SOP, o excesso de peso piora a resistência à insulina, que por sua vez aumenta a produção de hormônios masculinos e trava a ovulação. Quebrar esse ciclo com uma perda de 5% a 10% do peso corporal já restaura ciclos ovulatórios em parte importante das mulheres, segundo a diretriz internacional de SOP. Para quem pesa 80 kg, isso significa perder de 4 a 8 kg; chegar ao peso ideal não é a meta.

A perda de peso também melhora a resposta aos indutores de ovulação, reduz o risco de hiperestimulação na FIV e diminui as complicações da gravidez, como diabetes gestacional e pressão alta. Por isso, mesmo quem vai direto para a indução ou para a FIV se beneficia de começar o processo antes.

A metformina, remédio usado para diabetes, entra aqui em casos selecionados: mulheres com resistência à insulina comprovada, com sobrepeso ou com intolerância à glicose. Ela ajuda a regularizar os ciclos e a perder peso, mas sozinha é menos eficaz que o letrozol para gerar gravidez. Não é remédio de fertilidade para toda mulher com SOP.

O limite do degrau 1 é o tempo. Aos 28 anos, seis meses de mudança de estilo de vida antes de induzir custam pouco. Aos 36, o especialista costuma iniciar a perda de peso e a indução ao mesmo tempo, porque a reserva ovariana não espera.

Indução da ovulação: letrozol, clomifeno e o que esperar

A indução da ovulação é o degrau em que a maioria das mulheres com SOP engravida. O objetivo é fazer um folículo, ou no máximo dois, amadurecer e liberar o óvulo, e programar a relação ou a inseminação para esse dia. O tratamento é por comprimido, tomado por cinco dias no início do ciclo, com dois ou três ultrassons para acompanhar o crescimento do folículo.

O letrozol é a primeira escolha para SOP nas diretrizes da ASRM e na diretriz internacional de SOP. Ele bloqueia a produção de estrogênio por alguns dias, o que faz o corpo liberar mais FSH e estimula o folículo. Comparado ao citrato de clomifeno, resulta em mais ovulações, mais nascidos vivos e menos gravidez de gêmeos, com endométrio menos afetado. O clomifeno segue como alternativa válida.

  1. Início do ciclo

    Ultrassom no segundo ou terceiro dia da menstruação, espontânea ou induzida por progesterona, para confirmar que os ovários estão em repouso.

    Dia 2 a 3
  2. Comprimidos

    Letrozol ou clomifeno por cinco dias, na dose definida pelo especialista. Se não houver resposta, a dose sobe no ciclo seguinte.

    Dia 3 a 7
  3. Monitoramento

    Ultrassons a partir do dia 10 mostram quantos folículos cresceram. Com um ou dois, o ciclo segue; com três ou mais, pode ser cancelado pelo risco de múltiplos.

    Dia 10 a 14
  4. Ovulação e relação programada

    Injeção de hCG dispara a ovulação, e a relação ou a inseminação é marcada para 24 a 36 horas depois. Teste de gravidez em duas semanas.

    Dia 14 a 16

Com ovulação confirmada, a chance por ciclo se aproxima da de um casal sem problema de ovulação na mesma idade. Por isso o limite é de três a seis ciclos ovulatórios: se a ovulação acontece e a gravidez não vem, o problema não é mais só a SOP, e é hora de subir o degrau em vez de repetir.

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Inseminação ou FIV: quando subir o último degrau

A inseminação intrauterina adiciona um passo à indução: o sêmen do parceiro é preparado no laboratório e colocado dentro do útero no dia da ovulação. Ela faz sentido quando a indução ovula mas não engravida, quando o sêmen tem alteração leve ou quando o casal tem dificuldade com a relação programada. Exige trompas abertas, o que a histerossalpingografia confirma antes de começar.

A FIV é o degrau final e entra em quatro situações: indução e inseminação sem gravidez depois dos ciclos previstos; outro fator no casal, como trompa obstruída, endometriose ou sêmen muito alterado; mulher com 35 anos ou mais, para quem cada degrau custa tempo que a reserva ovariana não devolve; e resposta exagerada à indução, com muitos folículos e cancelamento repetido de ciclos.

Na SOP, a FIV tem uma característica própria: os ovários respondem com muitos folículos de uma vez, o que rende muitos óvulos, mas aumenta o risco da síndrome de hiperestimulação ovariana, com acúmulo de líquido no abdome e, nos casos graves, internação. O especialista previne isso com doses menores de hormônio, protocolo com antagonista, gatilho da ovulação com agonista de GnRH em vez de hCG, metformina durante a estimulação e congelamento de todos os embriões para transferir em um ciclo posterior. Com essas medidas, a forma grave ficou rara.

Exemplo ilustrativo. Juliana, 29 anos, tem SOP, está com sobrepeso e menstrua a cada dois ou três meses. O especialista pediu histerossalpingografia e o espermograma do marido, ambos normais, e iniciou a perda de peso junto com o letrozol. No terceiro ciclo com ovulação confirmada, ela engravidou com relação programada, sem passar pela inseminação. Se tivesse 37 anos, o mesmo especialista teria proposto o letrozol desde o primeiro mês e um limite menor de ciclos antes da FIV.

O que a maioria dos guias não conta

Quatro pontos que raramente aparecem nos conteúdos sobre SOP e gravidez e que mudam a decisão na prática.

Ovários policísticos no ultrassom não são SOP
O diagnóstico exige dois dos três critérios de Rotterdam. Muitas mulheres recebem o rótulo só pelo ultrassom, tomam anticoncepcional por anos e descobrem tarde que nunca tiveram a síndrome, ou que tinham outra causa.
A pílula regula a menstruação, não a ovulação
O sangramento mensal com anticoncepcional é de privação hormonal, não de ovulação. Quem para a pílula para engravidar volta ao padrão irregular de antes, e o tempo de uso não conta como tratamento.
Induzir sem ultrassom é apostar no escuro
Indutor prescrito sem monitoramento não mostra se houve ovulação nem quantos folículos cresceram. É assim que surgem gestações múltiplas e meses perdidos sem ovular.
SOP na FIV rende muitos óvulos, mas exige cautela
A resposta exagerada é vantagem para formar embriões e risco de hiperestimulação. O protocolo de baixo risco e o congelamento de todos os embriões são a regra.

Quem entende esses quatro pontos não perde anos em anticoncepcional achando que está tratando, não repete indução sem ultrassom e chega à FIV, se precisar, sabendo o que perguntar sobre o protocolo.

Os erros que fazem mulheres com SOP perderem anos

A maior parte do tempo perdido na SOP vem de decisões que parecem tratamento e não são. Estes são os erros mais comuns, e todos têm correção simples.

  • Esperar 12 meses tentando com ciclo irregularSem ovulação regular, não há o que esperar. Ciclo irregular indica avaliação desde o primeiro mês.
  • Induzir a ovulação sem investigar o casalSem histerossalpingografia e espermograma, a indução pode durar meses com trompa fechada ou sêmen alterado.
  • Repetir clomifeno por mais de seis ciclosDepois de seis ciclos ovulatórios sem gravidez, o ganho é mínimo. A escada existe para subir.
  • Tomar metformina como se fosse indutorA metformina ajuda em quem tem resistência à insulina, mas sozinha engravida menos que o letrozol.
  • Ignorar o peso porque "o remédio resolve"Perder 5% a 10% do peso melhora a resposta a todos os degraus e reduz o risco na gravidez.

Para evitar os cinco, comece pelo especialista em reprodução humana, com o casal investigado, e siga a escada com limite de ciclos em cada degrau.

Quanto custa cada degrau e como pagar

O custo sobe com o degrau. Consultas, exames hormonais, ultrassom e o tratamento da SOP como doença costumam ter cobertura do plano de saúde. A indução da ovulação com comprimido é o degrau de tratamento mais acessível: o valor muda de médico para médico e é composto pela consulta, pelos ultrassons de monitoramento e pela medicação, que a paciente costuma pagar.

A inseminação soma o preparo do sêmen no laboratório e, em alguns casos, medicação injetável. A FIV é o degrau que pesa: medicação de estimulação, coleta, laboratório de embriologia, congelamento e transferência. O plano não é obrigado a cobrir a FIV, conforme o Tema 1.067 do STJ, e as formas mais usadas são parcelamento na clínica, financiamento e consórcio. O hub de custos dos tratamentos detalha o que compõe cada orçamento e o de formas de pagamento compara as opções.

A Nidavitae mostra a estimativa de custo e o parcelamento do especialista parceiro antes da consulta, para cada degrau. Saber esse número cedo evita ficar meses no degrau errado por medo do próximo.

Na SOP, o tratamento que mais funciona é o mais simples feito do jeito certo: letrozol com ultrassom, limite de ciclos e o casal investigado antes. O que eu vejo falhar é a indução repetida no escuro por dois anos.

Dra. Mariana Costa Albuquerque, ginecologista e especialista em reprodução humana, CRM-SP 154.322, RQE 61.870, revisora médica da Nidavitae

O que fazer agora

Se você tem SOP, ou suspeita que tem, e quer engravidar, são cinco passos, nesta ordem. Eles valem para quem nunca tentou e para quem já fez indução sem resultado.

  1. Confirme o diagnóstico pelos critérios de Rotterdam, com exames hormonais e ultrassom, e afaste tireoide e prolactina.
  2. Investigue o casal antes de induzir: histerossalpingografia para as trompas e espermograma do parceiro. O checklist de exames organiza a lista.
  3. Comece a perda de peso, se for o caso, junto com o tratamento se você tem 35 anos ou mais; nessa faixa, esperar o peso cair antes de induzir custa reserva.
  4. Faça a indução com especialista e ultrassom, com limite combinado de ciclos antes de subir o degrau.
  5. Simule o custo do próximo degrau na calculadora de custo da FIV, para decidir sem surpresa se ele chegar.

Se você já teve perdas gestacionais, o guia aborto de repetição: causas e exames complementa este, porque a SOP com resistência à insulina aparece entre os fatores investigados.

A triagem gratuita da Nidavitae faz o passo quatro em cerca de um minuto: você informa nome, WhatsApp, idade e cidade e recebe a indicação de um especialista parceiro na sua região, com estimativa de custo e parcelamento. Marcar a consulta é opcional.

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Camila Ferraz, editora de saúde da Nidavitae

Jornalista especializada em saúde, com passagem por redações de ciência e por hospitais de referência. Coordena a produção dos guias da Nidavitae e a checagem das fontes citadas em cada texto. Este guia foi revisado por Dra. Mariana Costa Albuquerque, ginecologista e especialista em reprodução humana (CRM-SP 154.322, RQE 61.870). Conheça a equipe e o método editorial.

Perguntas frequentes sobre SOP e como engravidar

Quem tem SOP pode engravidar?

Sim. A síndrome dos ovários policísticos é a causa mais comum de falta de ovulação, mas é também uma das causas de infertilidade com melhor resposta ao tratamento. A maioria das mulheres com SOP engravida com mudança de estilo de vida, indução da ovulação ou, em casos selecionados, inseminação ou FIV. O caminho depende da idade, do peso e dos exames do casal.

Como saber se tenho SOP?

O diagnóstico segue os critérios de Rotterdam: são necessários dois de três sinais, que são ciclos irregulares ou ausentes, sinais de excesso de hormônios masculinos (acne, pelos, exames alterados) e ovários com aspecto policístico no ultrassom. Ter só ovários policísticos no ultrassom não é SOP. O especialista também afasta outras causas, como problemas de tireoide e prolactina alta.

Qual é o primeiro tratamento para engravidar com SOP?

Para quem está acima do peso, a primeira medida é perder de 5% a 10% do peso, o que restaura a ovulação em boa parte dos casos. Em seguida, a indução da ovulação com letrozol é a primeira linha recomendada pelas diretrizes internacionais, com relação programada ou inseminação. O clomifeno é a alternativa. A FIV entra quando a indução falha ou há outro fator.

Letrozol ou clomifeno: qual é melhor para SOP?

O letrozol é hoje a primeira escolha para induzir a ovulação na SOP, segundo a diretriz internacional de SOP e a ASRM, porque resulta em mais nascidos vivos e menos gravidez múltipla que o citrato de clomifeno. O clomifeno continua sendo uma opção válida quando o letrozol não está disponível ou não é tolerado. A escolha e a dose são do especialista.

Metformina ajuda a engravidar com SOP?

Em casos selecionados. A metformina melhora a resistência à insulina e pode regularizar os ciclos em mulheres com SOP e alteração metabólica, principalmente com sobrepeso. Sozinha, é menos eficaz que o letrozol para gerar gravidez. Ela pode ser associada à indução em quem tem resistência à insulina e é usada na FIV para reduzir o risco de hiperestimulação ovariana.

Quantos ciclos de indução da ovulação posso fazer?

Em geral, de três a seis ciclos de indução com ovulação confirmada. Se a ovulação acontece e a gravidez não vem nesse período, insistir tem pouco ganho e o especialista sobe um degrau, para inseminação ou FIV. Se não há ovulação mesmo com a dose máxima, a mudança acontece antes. A idade da mulher encurta esse número de tentativas.

Quando a FIV é indicada para quem tem SOP?

A FIV é indicada quando a indução falhou depois de vários ciclos, quando há outro fator junto, como trompa obstruída, endometriose ou sêmen alterado, quando a mulher tem 35 anos ou mais e o tempo pesa, ou quando houve muitos folículos na indução e o risco de gravidez múltipla ficou alto. Na SOP, a FIV costuma render muitos óvulos e exige protocolo cuidadoso.

Qual é o risco da FIV em quem tem SOP?

O principal risco é a síndrome de hiperestimulação ovariana, porque os ovários com SOP respondem com muitos folículos de uma vez. O especialista reduz esse risco com doses menores de hormônio, protocolo com antagonista, gatilho com agonista de GnRH e congelamento de todos os embriões para transferir depois. Com essas medidas, a hiperestimulação grave ficou rara.

O plano de saúde cobre o tratamento da SOP?

Consultas, exames hormonais, ultrassom e o tratamento dos sintomas da SOP têm cobertura. A indução da ovulação com acompanhamento por ultrassom pode ter cobertura parcial, conforme o contrato, e a medicação costuma ser paga pela paciente. A FIV não é de cobertura obrigatória, conforme o Tema 1.067 do STJ. O valor muda de médico para médico.

Como a Nidavitae ajuda quem tem SOP e quer engravidar?

A Nidavitae conecta você a um especialista parceiro em reprodução humana que confirma o diagnóstico, avalia o casal e indica o degrau certo da escada: estilo de vida, indução, inseminação ou FIV. Na triagem gratuita, você informa nome, WhatsApp, idade e cidade e recebe a indicação com estimativa de custo e parcelamento antes da consulta. Marcar é opcional.

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Quando terminar de ler, a triagem gratuita indica um especialista parceiro para o seu caso, com estimativa de custo e parcelamento.

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