Infertilidade e exames

Histerossalpingografia dói? O que esperar do exame

A pergunta que toda mulher faz antes do exame das trompas é uma só: a histerossalpingografia dói? Este guia da Nidavitae responde sem rodeio, mostra o que acontece minuto a minuto, como reduzir o desconforto e o que fazer com o laudo quando ele mostra trompa obstruída ou hidrossalpinge.

Paciente e profissional durante consulta com equipamento de ultrassom (imagem ilustrativa).
Mulher de cerca de 33 anos na sala de radiologia, sentada, conversa com a técnica antes do exame

Resposta rápida

A histerossalpingografia causa desconforto parecido com uma cólica menstrual forte, que dura de um a três minutos enquanto o contraste passa pelas trompas, e não dor intensa. A cólica é maior quando uma trompa está obstruída. Um analgésico ou antiespasmódico tomado de 30 a 60 minutos antes reduz bastante a sensação. O exame leva de 10 a 20 minutos, o resultado das imagens sai na hora e o laudo, em geral, no mesmo dia.

A histerossalpingografia dói?

Dói pouco para a maioria e incomoda para quase todas. A histerossalpingografia é um raio-X do útero e das trompas feito com contraste injetado pelo colo do útero. O que se sente é uma cólica, parecida com a de uma menstruação forte, no momento em que o contraste enche o útero e passa pelas trompas. Essa parte dura de um a três minutos. Depois, a sensação cai rápido e a maioria das mulheres sai andando e volta à rotina no mesmo dia.

A intensidade varia por três motivos. O primeiro é a trompa: se ela está obstruída, o contraste faz pressão para passar e a cólica é mais forte. O segundo é o preparo: quem toma um analgésico antes sente bem menos. O terceiro é a tensão: o colo do útero contraído dificulta a passagem da cânula e aumenta o desconforto, e respirar devagar durante a injeção ajuda mais do que parece.

As duas etapas são diferentes. A colocação do espéculo e da cânula no colo do útero é parecida com o exame preventivo, com pressão e sem dor real. A injeção do contraste é a etapa da cólica. Saber isso antes reduz a ansiedade, e ansiedade menor significa menos contração e menos dor.

Dois minutos de cólica forte. Com analgésico antes, menos do que isso.

Se a sua principal dúvida era essa, a resposta é: faça o exame. Ele mostra se as trompas estão abertas, informação que nenhum outro exame simples dá, e evita meses de indução ou inseminação sem chance real. A página sobre histerossalpingografia: preparo e resultado detalha o passo a passo, e o especialista parceiro interpreta o laudo.

Para que serve e quando o especialista pede

A histerossalpingografia responde a duas perguntas que definem o tratamento: as trompas estão abertas e a cavidade do útero tem forma normal. Indução da ovulação e inseminação dependem de trompa aberta, porque o encontro entre óvulo e espermatozoide acontece dentro dela. A FIV não depende, porque o embrião é colocado direto no útero. Sem esse exame, o casal pode gastar meses em um tratamento que não tinha como funcionar.

O especialista pede a histerossalpingografia como parte da primeira rodada de exames do casal, junto com o espermograma, o hormônio antimülleriano e o ultrassom transvaginal. Ela entra com prioridade em três situações: histórico de infecção pélvica, clamídia ou gonorreia; cirurgia abdominal ou pélvica anterior, inclusive apendicite, cesárea e retirada de cisto; e gravidez nas trompas no passado.

O exame também mostra alterações da cavidade do útero, como pólipos, miomas que se projetam para dentro, septo uterino e aderências, que podem atrapalhar a fixação do embrião. Nesses casos, a histeroscopia complementa a investigação. A tabela abaixo situa a histerossalpingografia entre os exames das trompas.

Exames que avaliam as trompas e o útero na investigação da infertilidade
ExameO que mostraO que se senteQuando é indicado
HisterossalpingografiaTrompas abertas ou obstruídas, hidrossalpinge, forma da cavidade uterinaCólica por 1 a 3 minutos durante o contrastePrimeira rodada de exames do casal
HisterossonografiaCavidade do útero com soro fisiológico no ultrassom; trompas com contraste em espuma em alguns serviçosCólica leve, sem raio-XAlternativa em quem tem alergia a iodo ou quando o foco é a cavidade
HisteroscopiaVisão direta da cavidade do útero por câmera, com retirada de pólipos e septosDesconforto leve, em consultório ou com sedaçãoAlteração da cavidade na histerossalpingografia ou falha de implantação
VideolaparoscopiaTrompas, ovários e pelve por fora, com teste de passagem de corante e tratamento de aderências e endometrioseCirurgia com anestesia geralSuspeita de endometriose, hidrossalpinge a tratar ou dúvida no laudo

A histerossalpingografia é o exame de entrada porque é rápido, não exige anestesia e responde à pergunta principal. Os outros entram quando o laudo levanta uma dúvida ou aponta algo que precisa ser tratado.

Como se preparar para sentir menos

O preparo certo é o que mais reduz o desconforto, e ele começa antes do dia do exame. A janela para fazer a histerossalpingografia é entre o fim da menstruação e a ovulação, em geral do sétimo ao décimo segundo dia do ciclo, porque não há sangramento para atrapalhar a imagem nem risco de gravidez inicial exposta ao raio-X.

  1. Marque na janela certa

    Ligue para o serviço no primeiro dia da menstruação e agende entre o dia 7 e o dia 12 do ciclo. Não tenha relação sem proteção da menstruação até o exame.

    Dia 1 do ciclo
  2. Informe alergias e leve os laudos

    Alergia a iodo, a frutos do mar ou a anti-inflamatórios muda o contraste e o analgésico. Leve o pedido médico e o ultrassom recente.

    Na véspera
  3. Tome o analgésico antes

    Anti-inflamatório ou antiespasmódico prescrito pelo médico, de 30 a 60 minutos antes. Alguns serviços prescrevem antibiótico profilático.

    30 a 60 minutos antes
  4. Vá acompanhada e esvazie a bexiga

    Você pode dirigir depois, mas companhia ajuda com a ansiedade. Coma normalmente, salvo orientação contrária, e use absorvente na volta.

    No dia

Durante a injeção do contraste, respire fundo e devagar e solte o abdome. A contração do colo e da musculatura pélvica é o que transforma a cólica em dor. Se o desconforto ficar forte, avise: o radiologista pode injetar mais devagar ou fazer uma pausa.

Exemplo ilustrativo. Patrícia, 34 anos, adiou a histerossalpingografia por quatro meses depois de ler relatos de dor em fóruns. Quando fez, tomou o antiespasmódico prescrito uma hora antes, avisou que estava tensa e pediu que a injeção fosse lenta. A cólica durou cerca de dois minutos e ela descreveu como "o primeiro dia de uma menstruação ruim". O laudo, no mesmo dia, mostrou as duas trompas abertas. Os quatro meses de espera custaram mais do que o exame.

O exame minuto a minuto

Saber a sequência tira a surpresa, e a surpresa é metade do desconforto. O exame acontece na sala de radiologia, com você deitada em posição ginecológica, e leva de 10 a 20 minutos do início ao fim.

  • Minuto 0 a 3. Assepsia e colocação do espéculo, como no preventivo. Pressão, sem dor.
  • Minuto 3 a 5. Uma cânula fina ou um cateter com balão é fixado no colo do útero. Pode dar uma pontada rápida.
  • Minuto 5 a 8. O contraste é injetado devagar e o raio-X registra o útero enchendo e o contraste passando pelas trompas. É o momento da cólica, que dura de um a três minutos.
  • Minuto 8 a 12. Imagens finais, às vezes com mudança de posição para ver o contraste se espalhar na pelve, o que confirma que a trompa está aberta.
  • Minuto 12 a 20. Retirada da cânula e do espéculo. A cólica cai em poucos minutos. Você pode ter um pequeno sangramento e sair de contraste pela vagina por um dia.

Depois do exame, uma cólica leve pode durar algumas horas, e um analgésico comum resolve. Procure atendimento se houver febre, dor forte que não melhora ou corrimento com odor nos dias seguintes, sinais raros de infecção. Na maioria dos casos, a única lembrança no dia seguinte é o laudo em mãos.

Vai fazer o exame das trompas?Um especialista parceiro da Nidavitae orienta o preparo, pede o exame na janela certa e interpreta o laudo junto com os outros exames do casal.

Encontrar um especialista para pedir o exame

O que o laudo significa e o que muda no tratamento

O radiologista costuma dizer, ainda na sala, se o contraste passou pelas duas trompas. O laudo escrito sai no mesmo dia ou em poucos dias e traz quatro respostas possíveis, cada uma com um caminho diferente. É o especialista em reprodução humana que fecha esse caminho, com o espermograma e a reserva ovariana na mesa.

  • Duas trompas pérvias, cavidade normal. O melhor resultado. Indução e inseminação seguem como opções, e a passagem do contraste pode aumentar a chance de gravidez natural por alguns meses.
  • Uma trompa obstruída, a outra aberta. Ainda é possível tentar naturalmente ou com indução, porque a ovulação alterna de lado. O especialista pode monitorar em qual ovário o folículo cresce.
  • Duas trompas obstruídas. Indicação de FIV, que não depende das trompas. Antes de decidir, o especialista avalia se pode ser espasmo, que imita obstrução, e em alguns casos repete o exame ou faz videolaparoscopia.
  • Hidrossalpinge. Trompa fechada na ponta e dilatada por líquido. O líquido pode escorrer para o útero e reduzir a chance de o embrião fixar, mesmo na FIV.

A hidrossalpinge é o achado que mais muda a conduta. Estudos reunidos pela Cochrane mostram que retirar ou fechar a trompa com hidrossalpinge antes da FIV aumenta a chance de gravidez por transferência. Por isso, o especialista costuma indicar a salpingectomia, a retirada da trompa por videolaparoscopia, ou a oclusão da trompa junto ao útero, antes de transferir o embrião. Retirar a trompa não reduz a chance na FIV, porque ela não é usada no tratamento.

Alterações da cavidade, como pólipo, septo ou aderência, levam à histeroscopia, que confirma e trata no mesmo procedimento. O laudo sozinho não define nada: o guia sobre falha de implantação: por que acontece mostra como esses achados se combinam com os outros fatores do casal.

O que a maioria dos guias não conta

Quatro pontos que raramente aparecem nos conteúdos sobre histerossalpingografia e que mudam o que você faz antes e depois do exame.

Espasmo da trompa pode imitar obstrução
A trompa contrai durante a injeção e o contraste não passa, mesmo com a trompa saudável. Laudo de obstruição sem outro sinal, em mulher sem histórico de infecção ou cirurgia, merece confirmação antes de indicar FIV.
O exame pode ajudar a engravidar nos meses seguintes
A passagem do contraste, principalmente o oleoso, aumenta a taxa de gravidez natural em casais sem causa aparente, segundo revisão da Cochrane. O especialista pode programar a tentativa logo depois.
Hidrossalpinge se trata antes da FIV
Transferir embrião com hidrossalpinge presente reduz a chance. A salpingectomia entra antes, e o plano de saúde costuma cobrir a cirurgia, que trata a doença.
Trompa aberta não é trompa funcionando
O exame mostra a passagem, não o transporte do óvulo nem o revestimento interno da trompa. Trompa pérvia com histórico de infecção ainda pode não funcionar, e o especialista pondera isso.

Quem entende esses quatro pontos não recebe uma indicação de FIV por espasmo, não deixa a hidrossalpinge para depois e não toma trompa aberta como prova de que tudo está bem.

Os erros mais comuns antes e depois do exame

A maior parte dos problemas com a histerossalpingografia acontece fora da sala de exame: antes de marcar e depois de receber o laudo. Estes são os erros mais frequentes, e todos têm solução simples.

  • Adiar o exame por medo da dorCada mês adiado é um mês de indução ou tentativa que pode não ter chance. O desconforto dura minutos; o atraso, meses.
  • Ir sem tomar o analgésicoO antiespasmódico ou anti-inflamatório prescrito antes é a medida que mais reduz a cólica. Não pule.
  • Marcar fora da janela do cicloCom sangramento, a imagem fica prejudicada; depois da ovulação, há risco de gravidez inicial. Do dia 7 ao 12.
  • Fazer indução por meses sem o exameIndutor com trompa fechada não engravida. O exame das trompas entra antes do primeiro ciclo de indução.
  • Guardar o laudo sem levar ao especialistaHidrossalpinge, obstrução ou alteração da cavidade mudam o tratamento. O laudo precisa de leitura em conjunto com os outros exames.

Para evitar os cinco, marque na janela certa, siga o preparo e leve o resultado a quem vai usá-lo para decidir o tratamento.

Quanto custa e o plano cobre?

A histerossalpingografia está no rol de procedimentos da ANS e tem cobertura obrigatória pelo plano de saúde com pedido médico, porque é exame diagnóstico. Quem não tem plano paga por exame, e o valor muda de serviço para serviço e de cidade para cidade. É, em geral, um dos exames mais acessíveis da investigação, e o mais decisivo para escolher o tratamento.

Se o laudo mostrar hidrossalpinge, a videolaparoscopia para retirar ou fechar a trompa também costuma ter cobertura, porque trata a doença. O que o plano não é obrigado a cobrir é a FIV, conforme o Tema 1.067 do STJ. Para essa etapa, as formas mais usadas são parcelamento na clínica, financiamento e consórcio, detalhadas no hub de formas de pagamento. O checklist de exames da Nidavitae organiza a investigação inteira para você usar o plano no que ele cobre.

A Nidavitae mostra a estimativa de custo do especialista parceiro antes da consulta, o que inclui a etapa de investigação e, se for o caso, o tratamento indicado pelo laudo.

A histerossalpingografia é o exame que mais evita tratamento errado, e o que mais é adiado por medo. Com analgésico antes e injeção lenta, a paciente sai dizendo que esperava pior. O que eu não consigo recuperar é o ano de indução feito com a trompa fechada.

Dra. Mariana Costa Albuquerque, ginecologista e especialista em reprodução humana, CRM-SP 154.322, RQE 61.870, revisora médica da Nidavitae

O que fazer agora

Se o exame das trompas foi pedido ou você suspeita que precisa dele, são cinco passos, nesta ordem, para fazer a histerossalpingografia com o mínimo de desconforto e o máximo de uso do resultado.

  1. Marque entre o dia 7 e o dia 12 do ciclo e evite relação sem proteção da menstruação até o exame.
  2. Peça a receita do analgésico ou antiespasmódico e tome de 30 a 60 minutos antes, informando alergias.
  3. Vá acompanhada e avise a equipe se estiver tensa. Injeção lenta e respiração devagar reduzem a cólica.
  4. Pegue o laudo e as imagens no mesmo dia e guarde junto com o espermograma e o AMH.
  5. Leve tudo a um especialista em reprodução humana para definir o tratamento com o casal investigado.

Se você já teve perdas gestacionais, o guia aborto de repetição: causas e exames mostra como a avaliação do útero se soma à das trompas nessa investigação.

A triagem gratuita da Nidavitae faz o passo cinco em cerca de um minuto: você informa nome, WhatsApp, idade e cidade e recebe a indicação de um especialista parceiro na sua região, com estimativa de custo e parcelamento. Marcar a consulta é opcional.

Leve o seu laudo a quem vai decidir o tratamentoTriagem gratuita com especialista em reprodução humana na sua região.

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Camila Ferraz, editora de saúde da Nidavitae

Jornalista especializada em saúde, com passagem por redações de ciência e por hospitais de referência. Coordena a produção dos guias da Nidavitae e a checagem das fontes citadas em cada texto. Este guia foi revisado por Dra. Mariana Costa Albuquerque, ginecologista e especialista em reprodução humana (CRM-SP 154.322, RQE 61.870). Conheça a equipe e o método editorial.

Perguntas frequentes sobre a histerossalpingografia

A histerossalpingografia dói?

Para a maioria das mulheres, a histerossalpingografia causa desconforto parecido com uma cólica menstrual forte, que dura alguns minutos enquanto o contraste passa pelas trompas, e não dor intensa. A sensação some logo depois do exame. A dor é maior quando a trompa está obstruída, porque o contraste força a passagem. Um analgésico tomado antes reduz bastante o desconforto.

Quanto tempo dura a histerossalpingografia?

O exame em si dura de 10 a 20 minutos, e a parte que causa desconforto, a injeção do contraste, leva cerca de um a três minutos. Contando o tempo de preparo na clínica e a espera pelo laudo preliminar, você fica cerca de uma hora no local. As imagens ficam prontas na hora e o laudo costuma sair no mesmo dia.

Posso tomar remédio antes da histerossalpingografia?

Sim, e é recomendado. Um anti-inflamatório ou antiespasmódico tomado de 30 a 60 minutos antes do exame reduz a cólica durante a passagem do contraste. Alguns serviços também prescrevem antibiótico profilático. Siga a orientação do médico que pediu o exame e informe alergias, principalmente a iodo e a anti-inflamatórios, antes de tomar qualquer coisa.

Em que dia do ciclo se faz a histerossalpingografia?

Entre o fim da menstruação e a ovulação, em geral do sétimo ao décimo segundo dia do ciclo, contando o primeiro dia da menstruação como dia um. Nessa janela não há sangramento, que atrapalharia a imagem, e não há risco de gravidez inicial, que o raio-X não deve alcançar. Evite relações sem proteção desde a menstruação até o exame.

O resultado da histerossalpingografia sai na hora?

As imagens ficam prontas na hora e o radiologista costuma dizer, ao final, se o contraste passou pelas duas trompas. O laudo escrito sai no mesmo dia ou em poucos dias, conforme o serviço. É o especialista em reprodução humana que interpreta o resultado junto com os outros exames e define o próximo passo.

O que significa trompa obstruída no laudo?

Significa que o contraste não passou por uma ou pelas duas trompas. Pode ser obstrução real ou espasmo da trompa durante o exame, que imita obstrução. Obstrução de uma trompa com a outra aberta permite tentar gravidez natural ou indução. Obstrução das duas indica FIV, que não depende das trompas. O especialista confirma antes de decidir.

O que é hidrossalpinge e por que ela atrapalha a FIV?

Hidrossalpinge é a trompa obstruída na ponta e dilatada por líquido acumulado. Esse líquido pode escorrer para o útero e reduzir a chance de o embrião fixar, mesmo na FIV. Por isso, quando a histerossalpingografia mostra hidrossalpinge, o especialista costuma indicar a retirada ou o fechamento da trompa por videolaparoscopia antes da transferência do embrião.

A histerossalpingografia aumenta a chance de engravidar?

Pode aumentar por alguns meses. Estudos reunidos pela Cochrane mostram que a passagem do contraste, principalmente o contraste oleoso, aumenta a taxa de gravidez nos meses seguintes em casais com infertilidade sem causa aparente, provavelmente por desobstruir pequenos bloqueios. O exame é diagnóstico, não tratamento, mas esse efeito é real e o especialista pode aproveitá-lo.

O plano de saúde cobre a histerossalpingografia?

Sim, a histerossalpingografia está no rol de procedimentos da ANS e tem cobertura obrigatória com pedido médico. É um exame diagnóstico, diferente da FIV, que o plano não é obrigado a cobrir, conforme o Tema 1.067 do STJ. Quem não tem plano paga por exame, e o valor muda de serviço para serviço e de cidade para cidade.

Como a Nidavitae ajuda depois da histerossalpingografia?

A Nidavitae conecta você a um especialista parceiro em reprodução humana que interpreta o laudo junto com os outros exames do casal e indica o caminho: tentar, induzir, inseminar ou FIV. Na triagem gratuita, você informa nome, WhatsApp, idade e cidade em cerca de um minuto e recebe a indicação com estimativa de custo. Marcar a consulta é opcional.

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