
Etapas da fertilização in vitro: o calendário real de 45 dias
Dia a dia da FIV, número de idas à clínica e o que compõe o custo de cada etapa.
Ver o calendário dos 45 diasEsta categoria é para quem já ouviu a palavra FIV no consultório e quer entender o que acontece do primeiro exame ao beta hCG. Comece pela página de fertilização in vitro com especialistas parceiros e use os guias abaixo para chegar à consulta sabendo o que perguntar.
Cada momento pede uma pergunta diferente. Escolha o seu e leia os três guias que respondem a ela.
Se a sua situação não aparece aqui, a triagem gratuita com especialista leva cerca de um minuto e indica o caminho para o seu caso.
Doze guias escritos para responder à pergunta que você faria ao médico, na ordem em que ela aparece no tratamento.

Dia a dia da FIV, número de idas à clínica e o que compõe o custo de cada etapa.
Ver o calendário dos 45 dias
Chance por transferência e acumulada, por faixa de idade e com fonte.
Ler a chance por faixa de idade
Chance com óvulos próprios e o ponto em que a ovodoação passa a compensar.
Comparar óvulos próprios e ovodoação aos 40
Chance acumulada e custo total conforme o número de ciclos.
Decidir quantos ciclos tentar
As perguntas certas para a consulta de revisão e quando pedir uma segunda opinião.
Preparar a consulta de revisão
Quando a estimulação mínima faz sentido e o que muda no custo.
Ver para quem a mini FIV serve
Cada alteração do espermograma ligada à técnica indicada.
Ligar o espermograma à técnica indicada
Obstrutiva ou não obstrutiva: PESA, micro TESE ou banco de sêmen.
Conhecer as opções na azoospermia
Evidências por faixa de idade e o que compõe o custo por embrião analisado.
Avaliar o PGT-A na minha idade
O que significa o resultado mosaico e como os especialistas decidem.
Entender o resultado mosaico
Linha do tempo dia a dia da transferência até o beta.
Acompanhar os sintomas dia a dia
Valores por dia após a transferência e o que cada faixa indica.
Interpretar o meu beta hCGLer ajuda a perguntar melhor, mas não substitui a avaliação da sua reserva ovariana e do espermograma. Veja como funciona a FIV com especialistas parceiros da Nidavitae e faça a triagem gratuita para simular o custo da FIV antes da primeira consulta.
Um ciclo completo de FIV leva cerca de 45 dias entre o primeiro exame e o resultado do beta hCG. A estimulação ovariana ocupa de 10 a 14 dias, a coleta acontece em um dia, o cultivo dos embriões dura até 6 dias e a transferência pode ser feita no mesmo ciclo ou em um ciclo seguinte, com embriões congelados.
A chance de gravidez em uma transferência de FIV depende da idade da mulher e dos exames. Antes dos 35 anos ela é maior e cai de forma acentuada depois dos 40, quando a ovodoação passa a ser discutida. Nenhuma clínica pode prometer resultado. Peça sempre a taxa de nascido vivo por transferência na sua faixa de idade.
Na FIV convencional, óvulos e espermatozoides são colocados juntos no laboratório e a fecundação acontece sozinha. Na ICSI, o embriologista injeta um único espermatozoide dentro de cada óvulo. A ICSI é indicada quando o espermograma mostra alteração de quantidade, movimento ou forma, e também depois de uma falha de fecundação em ciclo anterior.
A FIV causa desconforto, não dor intensa. As injeções da estimulação são finas e subcutâneas, como as de insulina. A coleta dos óvulos é feita sob sedação e a paciente não sente o procedimento. A transferência do embrião é parecida com um exame preventivo, sem anestesia. Cólica leve e inchaço nos dias seguintes são comuns e passam.
A maioria dos especialistas avalia a estratégia depois de três transferências de embriões de boa qualidade sem gravidez. Antes disso, uma FIV negativa é estatisticamente esperada e não significa que a técnica falhou. Depois da terceira falha, entram na conversa exames de implantação, PGT-A, mudança de protocolo ou, conforme a idade, a ovodoação.
PGT-A é o teste genético que analisa o número de cromossomos dos embriões antes da transferência. Ele reduz a chance de transferir um embrião que não vai implantar ou que levaria a um aborto. A evidência de benefício é maior a partir dos 38 anos e em casos de aborto de repetição. Antes dos 35, o ganho é discutível.
O plano de saúde não é obrigado a cobrir a FIV. O Superior Tribunal de Justiça fixou esse entendimento no Tema 1.067. O que o plano costuma cobrir são as consultas com o especialista e os exames de investigação, como ultrassom, dosagens hormonais e espermograma. Verifique no seu contrato antes de decidir como pagar o tratamento.
O valor da FIV muda de médico para médico e de cidade para cidade. O que compõe o custo são os honorários, o laboratório de embriologia, as medicações da estimulação, a anestesia, o congelamento dos embriões e exames extras como o PGT-A. A maior parte das clínicas parceiras parcela o tratamento. A triagem gratuita simula o custo antes da consulta.
Cólica leve, inchaço, sensibilidade nas mamas e sono são comuns depois da transferência e vêm da progesterona, não da gravidez. Um pequeno sangramento rosado também pode acontecer. Nenhum sintoma confirma nem descarta a implantação. Só o beta hCG feito de 9 a 12 dias depois da transferência responde se o embrião fixou.
Depois de uma FIV negativa, o primeiro passo é uma consulta de revisão com o médico, com o relatório do laboratório em mãos: quantos óvulos foram coletados, quantos fecundaram e a qualidade dos embriões. Esses números indicam se o problema foi ovariano, seminal ou de implantação. Com essa leitura, o especialista decide se repete o protocolo ou muda a estratégia.
A triagem gratuita mostra o custo, o parcelamento e o especialista parceiro mais próximo antes da consulta.