
Inseminação ou FIV: qual faz sentido para você
Custo por chance de gravidez nas duas técnicas, por faixa de idade.
Comparar inseminação e FIVEsta categoria é para quem está decidindo entre a inseminação artificial e a FIV, e para quem já ouviu falar em ovodoação e quer entender como a doação funciona no Brasil. Comece pela página de inseminação artificial com especialistas parceiros ou, se o assunto é doação, pela de ovodoação.
A dúvida muda conforme o ponto em que você está. Escolha a sua e leia os guias que respondem a ela.
Se a sua situação não aparece aqui, a triagem gratuita com especialista leva cerca de um minuto e indica o caminho para o seu caso.
Guias que respondem, com números e regras do CFM, às perguntas que aparecem antes da primeira consulta.

Custo por chance de gravidez nas duas técnicas, por faixa de idade.
Comparar inseminação e FIV
Chance por ciclo e acumulada em três ciclos, com fonte.
Ver a chance da inseminação por idade
Riscos sanitários e de filiação e o caminho regulado com doador de banco.
Entender os riscos da inseminação caseira
Regra prática por idade e diagnóstico para não perder tempo.
Definir o limite de inseminações
O que a epigenética diz e como a doadora é escolhida.
Entender a semelhança na ovodoação
Roteiro por idade da criança, revisado por psicólogo.
Ver o roteiro para contar ao filho
O que muda no custo para a doadora e para a receptora.
Simular a economia da doação compartilhada
Idade da doadora, anonimato e proibição de pagamento pelo CFM.
Conhecer as regras da doação de óvulos
Checklist de critérios e diferenças entre bancos nacionais e importados.
Escolher o doador de sêmen com critérioA leitura prepara a conversa, mas quem define a técnica é o exame: trompas, espermograma e reserva ovariana. Veja como funciona a inseminação artificial com especialistas parceiros, conheça a ovodoação e faça a triagem gratuita para simular o custo do seu tratamento.
A inseminação artificial é indicada quando as trompas estão abertas, o espermograma tem alteração leve e a mulher tem menos de 38 anos. A FIV é o caminho quando há obstrução das trompas, fator masculino grave, endometriose avançada ou idade acima de 38. Escolher a técnica errada custa meses de tentativa. O especialista decide com os exames em mãos.
A chance de gravidez por ciclo de inseminação artificial é menor do que a da FIV e depende da idade da mulher, da causa da infertilidade e da qualidade do sêmen. Em três ciclos a chance acumulada cresce, e é por isso que os especialistas raramente indicam mais do que três ou quatro tentativas antes de mudar para a FIV.
A regra prática é de três a quatro inseminações antes de mudar para a FIV, e menos do que isso depois dos 38 anos. Cada ciclo sem gravidez é informação: se três tentativas bem feitas não deram certo, a chance de a quarta funcionar cai bastante. Insistir custa tempo, e depois dos 35 anos cada mês pesa na chance.
Não. A inseminação caseira com sêmen sem análise expõe a mulher a infecções, inclusive HIV e hepatites, e não tem qualquer controle de qualidade do material. O risco jurídico é igualmente sério: sem clínica e sem termo de doação, o doador pode ser reconhecido como pai e reivindicar ou ter de assumir a paternidade. O caminho regulado usa banco de sêmen e clínica.
Ovodoação é a FIV feita com óvulos de uma doadora anônima, fecundados com o sêmen do parceiro ou de um doador e transferidos para o útero da receptora. É indicada quando os óvulos próprios já não oferecem chance razoável: falência ovariana, menopausa precoce, várias FIVs negativas por qualidade embrionária ou idade acima dos 42 anos. A gestação é da receptora.
O bebê de ovodoação herda os genes da doadora. Por isso a clínica escolhe a doadora com características físicas parecidas com as da receptora: cor de pele, olhos, cabelo e tipo sanguíneo. A gestação também conta, e a epigenética mostra que o ambiente do útero modula a expressão dos genes do bebê. O especialista explica o que dá para esperar antes de você decidir.
A Resolução CFM 2.320/2022 define as regras: a doadora tem de ter entre 18 e 37 anos, a doação é anônima e não pode ser paga. Doadora e receptora não se conhecem, exceto quando a doadora é parente de até quarto grau. A clínica guarda os dados clínicos da doadora para eventual necessidade médica do bebê, sem revelar a identidade.
Na ovodoação compartilhada, uma mulher que vai fazer FIV com óvulos próprios doa parte dos óvulos coletados para uma receptora, e em troca a receptora arca com parte dos custos do ciclo da doadora. As duas seguem anônimas. É o formato mais comum de doação no Brasil porque reduz o custo de ambas e é permitido pelo CFM.
O valor muda de médico para médico. Na inseminação, o custo é composto por consultas, ultrassons, medicação para indução, preparo do sêmen e o procedimento. Na ovodoação, entram a compensação do ciclo da doadora, o laboratório, a medicação da receptora e a transferência. A triagem gratuita simula o custo e o parcelamento antes da consulta.
A orientação é contar, de forma simples e desde cedo, adaptando a história à idade da criança. Crianças que sabem da origem desde pequenas lidam melhor com a informação do que as que descobrem na adolescência ou na vida adulta, e o segredo tende a pesar mais para os pais do que para o filho. O guia traz um roteiro por idade.
A triagem gratuita cruza idade, exames e cidade e mostra o custo e o parcelamento antes da consulta com o especialista parceiro.