
Até que idade congelar óvulos e o que muda a cada ano
A curva dos 30 aos 42 anos, com óvulos esperados por ciclo.
Ver a curva de idade para congelarEsta categoria é para quem tem entre 30 e 40 anos e quer congelar óvulos antes que a idade decida por ela, e para quem precisa preservar a fertilidade antes de um tratamento de câncer. Comece pela página de congelamento de óvulos com especialistas parceiros e use os guias abaixo para saber quando, quantos e como.
O motivo muda a pressa e o plano. Escolha o seu e leia os três guias certos.
Se a sua situação não aparece aqui, a triagem gratuita com especialista leva cerca de um minuto e indica o caminho para o seu caso.
Doze guias sobre idade, quantidade, oncofertilidade e o destino do material congelado, com as regras do CFM.

A curva dos 30 aos 42 anos, com óvulos esperados por ciclo.
Ver a curva de idade para congelar
Tabela de idade e meta de chance que alimenta a calculadora de óvulos.
Calcular quantos óvulos guardar
Recrutamento folicular explicado e a resposta para a dúvida mais comum.
Entender o efeito na fertilidade natural
Chance, autonomia e destino legal de cada opção.
Comparar óvulos e embriões congelados
Modelo de pedido de exames e faixas de referência por idade.
Montar o meu pedido de exames
Quando acumular óvulos compensa e o que muda no custo a cada ciclo.
Saber quando um ciclo não basta
Linha do tempo compatível com o início da quimioterapia.
Ver o prazo antes da quimioterapia
Situação jurídica atual e como pedir a cobertura por escrito.
Pedir a cobertura ao plano de saúde
Doação, pesquisa ou descarte: opções legais, prazos e termos.
Decidir o destino dos embriões
O que compõe a taxa anual e o que acontece se ela não for paga.
Entender a taxa de armazenamento
Valores por faixa etária e o que o AMH não consegue medir.
Ler o meu AMH pela tabela de idade
Caminhos por idade: tentar, congelar, FIV ou ovodoação.
Ver os caminhos com baixa reservaNenhum guia substitui o AMH e a contagem de folículos, que dizem quantos óvulos você ainda tem para guardar. Veja como funciona o congelamento de óvulos com especialistas parceiros e faça a triagem gratuita para simular o custo do congelamento na sua cidade.
A lei não fixa idade máxima para congelar óvulos; o que cai a cada ano é o benefício. Até os 34 anos está a melhor faixa, com mais óvulos por ciclo e melhor qualidade. Depois dos 38, costuma ser preciso mais de um ciclo para a mesma chance futura. A partir dos 40, o especialista avalia caso a caso, com AMH e contagem de folículos.
O número depende da idade no momento do congelamento. Antes dos 35 anos, cerca de 10 a 15 óvulos maduros dão uma chance razoável de um nascido vivo. Depois dos 38, esse número sobe porque a proporção de óvulos com alteração cromossômica aumenta. A calculadora de óvulos da Nidavitae usa essas faixas para estimar quantos ciclos seriam necessários.
Não. A estimulação aproveita óvulos que seriam perdidos naquele mesmo mês, e não os dos meses seguintes. Por isso o congelamento não antecipa a menopausa nem reduz a chance de engravidar naturalmente depois. O que reduz a fertilidade é o tempo. Congelar não impede uma gravidez espontânea nem obriga a usar os óvulos guardados.
Depende de haver ou não um parceiro e do quanto você quer manter a autonomia sobre o material. Embriões congelados têm chance por unidade um pouco maior, mas pertencem ao casal e o destino deles depende dos dois. Óvulos são só seus e podem ser fecundados com quem você escolher no futuro. Muitas mulheres solteiras optam por óvulos por isso.
O valor muda de médico para médico. O custo é composto pela estimulação com medicamentos, ultrassons de acompanhamento, a coleta sob sedação, a vitrificação no laboratório e a taxa anual de armazenamento. A maioria das clínicas parceiras parcela o procedimento. A triagem gratuita simula o custo e o parcelamento antes da consulta.
Depende da idade e da resposta ovariana. Antes dos 35 anos, um ciclo costuma atingir a meta de óvulos. Depois dos 38, ou quando o AMH é baixo, o especialista pode indicar dois ou três ciclos para acumular a quantidade necessária. Cada ciclo repete a estimulação e a coleta, então o custo cresce em proporção.
Na maioria dos casos, sim. Um ciclo de estimulação para oncofertilidade pode começar em qualquer fase do ciclo menstrual e leva cerca de duas semanas até a coleta. O oncologista e o especialista em reprodução alinham o calendário para não atrasar o tratamento do câncer. Quando não há tempo, existem alternativas como o congelamento de tecido ovariano.
O plano de saúde não é obrigado a cobrir o congelamento de óvulos, mesmo em caso de câncer, porque o Tema 1.067 do STJ exclui a reprodução assistida da cobertura obrigatória. Existem decisões judiciais favoráveis a pacientes oncológicas, mas caso a caso. Vale pedir a cobertura por escrito e guardar a negativa para uma eventual ação.
A Resolução CFM 2.320/2022 permite três destinos: doar a outro casal, doar para pesquisa ou descartar, esta última opção após três anos de congelamento, se os dois cônjuges autorizarem por escrito. A decisão é registrada no termo assinado na clínica antes da FIV. Em caso de divórcio ou morte, vale o que foi definido nesse termo.
O valor da taxa anual de armazenamento muda de clínica para clínica e costuma ser cobrado por ano ou por semestre. O que compõe o custo é a manutenção do tanque de nitrogênio, o monitoramento e o seguro do laboratório. Se a taxa deixa de ser paga, a clínica notifica a paciente antes de qualquer decisão sobre o material.
A triagem gratuita indica o especialista parceiro mais próximo e mostra o custo e o parcelamento do congelamento antes da consulta.