FIV, ICSI e laboratório

Taxa de sucesso da FIV por idade e como ler os números

"Qual é a chance de dar certo?" é a primeira pergunta de quem pensa em fertilização in vitro, e a resposta que a maioria recebe é um número solto, sem idade nem contexto. Este guia da Nidavitae mostra o que a taxa de sucesso da FIV mede, como ela muda por faixa de idade e como comparar os números que as clínicas apresentam.

Documentos, calculadora e materiais de organização sobre uma mesa (imagem ilustrativa).
Especialista mostra a uma paciente um gráfico de chances por idade na tela do consultório

Resposta rápida

A taxa de sucesso da FIV depende da idade da mulher no dia da coleta, da qualidade dos embriões e do que está sendo medido, e por isso nenhum percentual solto descreve o seu caso. Até os 35 anos, a chance por transferência é a mais alta; ela cai de forma acentuada depois dos 35 e muito depois dos 40, conforme os relatórios do SisEmbrio e da SBRA. Ao comparar clínicas, olhe sempre a taxa de nascido vivo por faixa de idade e a chance acumulada, em vez da chance de uma transferência isolada.

Qual é a taxa de sucesso da fertilização in vitro?

A taxa de sucesso da fertilização in vitro depende da idade da mulher na coleta dos óvulos, da qualidade dos embriões e da forma como o número é calculado. Por isso, qualquer percentual apresentado sem faixa de idade e sem dizer o que mede vale pouco. Uma mulher de 32 anos e outra de 41 podem fazer o mesmo protocolo, na mesma clínica, com chances muito diferentes.

O que se sabe com segurança, conforme os relatórios do SisEmbrio e da SBRA, é o formato da curva: a chance por transferência é mais alta até os 35 anos, cai de forma acentuada entre 35 e 40 e muito depois dos 40, quando a maior parte dos óvulos passa a ter alterações cromossômicas. O Brasil registrou 62.997 ciclos de FIV em 2025, segundo o SisEmbrio, e essa curva se repete em todos os centros, com variações pequenas de protocolo e laboratório.

A pergunta que vale fazer é outra: "qual é a minha chance, na minha idade, com os meus exames, por transferência e acumulada". Este guia ensina a fazer essa pergunta e a entender a resposta. Para saber como o ciclo acontece na prática, a página fertilização in vitro: como funciona e chances explica as etapas e o que compõe o custo.

Por transferência, por ciclo ou acumulada: três números diferentes

A mesma clínica pode apresentar três taxas diferentes para o mesmo grupo de pacientes, e todas podem estar corretas. A diferença está no que entra no cálculo, e quem conhece as três medidas deixa de se impressionar com um número bonito.

As três formas de medir a taxa de sucesso da FIV e o que cada uma esconde
MedidaO que contaO que fica de foraPara que serve
Por transferênciaSó as transferências de embrião realizadasCiclos cancelados e ciclos sem embrião para transferirAvaliar a qualidade do laboratório e do embrião
Por ciclo iniciadoTodas as mulheres que começaram a estimulaçãoNada: é a medida mais duraSaber a chance real de quem entra no tratamento
AcumuladaTodas as transferências com os embriões de um ciclo, ou de vários ciclosQuem desistiu no meio do caminhoPlanejar quantas tentativas fazer e quanto investir

Existe ainda uma segunda pergunta: sucesso significa o quê? Beta positivo, gravidez clínica confirmada no ultrassom ou nascido vivo? Cada passo perde uma parte do anterior, porque abortamentos espontâneos acontecem, e com mais frequência quanto maior a idade. A taxa de nascido vivo, o bebê que nasceu, é a única que responde à pergunta que a paciente fez.

Quando uma clínica apresenta uma taxa alta sem dizer qual das medidas está usando, a resposta correta é perguntar. Uma clínica transparente responde às quatro perguntas de uma vez: qual medida, qual resultado, qual faixa de idade e se inclui ou não óvulos doados.

Como a chance muda em cada faixa de idade

A idade da mulher no dia da coleta é o fator que mais pesa na taxa de sucesso da FIV, porque define a proporção de óvulos com cromossomos normais. Os cartões abaixo descrevem o que costuma acontecer em cada faixa, em termos qualitativos. Os números do seu caso dependem dos exames, e só o especialista pode estimá-los.

  • Até 35 anosChance mais alta

    A maior parte dos óvulos é cromossomicamente normal. Um único ciclo de coleta costuma gerar mais de um embrião de boa qualidade, e a chance acumulada é a melhor de todas as faixas.

  • 36 a 39 anosQueda acentuada

    A proporção de óvulos alterados cresce a cada ano. A chance por transferência cai, e o número de embriões por ciclo diminui. Mais de um ciclo de coleta passa a ser comum.

  • 40 a 42 anosQueda muito acentuada

    A maioria dos óvulos tem alteração cromossômica. A chance por transferência com óvulos próprios é baixa, e o abortamento espontâneo é mais frequente. O acúmulo de embriões e a ovodoação entram na conversa.

  • 43 anos ou maisCaso a caso

    Com óvulos próprios, a chance é muito baixa e o especialista avalia cada caso. Com óvulos doados de uma mulher jovem, a chance volta a ser a da idade da doadora.

Repare que a idade que importa é a da coleta, e não a da transferência. Uma mulher que congelou óvulos ou embriões aos 33 anos e transfere aos 40 tem a chance de uma mulher de 33. É por isso que a decisão de começar cedo pesa mais na taxa de sucesso do que qualquer técnica de laboratório.

Para quem já passou dos 40, o guia FIV aos 40 anos: chances reais aprofunda o que o especialista avalia antes de indicar a estimulação com óvulos próprios e em que ponto a ovodoação passa a compensar.

O que pesa na sua chance além da idade

Depois da idade, cinco fatores explicam a maior parte da diferença entre uma paciente e outra. Nenhum deles anula o efeito da idade, mas todos podem ser avaliados e, em parte, corrigidos antes do ciclo.

  • Reserva ovariana. O hormônio antimülleriano e a contagem de folículos antrais mostram quantos óvulos podem ser coletados por ciclo. Reserva baixa reduz o número de embriões, não necessariamente a qualidade de cada um.
  • Qualidade dos embriões. Blastocistos de boa morfologia, e, quando indicado, com resultado normal no teste genético PGT-A, têm chance maior de implantação e menor de abortamento.
  • Útero e endométrio. Pólipos, miomas que deformam a cavidade, aderências e hidrossalpinge reduzem a implantação e podem ser tratados antes da transferência.
  • Fator masculino. Alterações graves no espermograma pesam na fecundação e na qualidade do embrião. A ICSI resolve a fecundação, mas não a qualidade do DNA do espermatozoide.
  • Hábitos e peso. Tabagismo, obesidade e consumo de álcool reduzem a chance nos dois parceiros e são os fatores mais fáceis de mudar antes do ciclo.

O especialista avalia esses cinco pontos na fase de exames e usa o conjunto para estimar a sua chance e escolher o protocolo. Quem chega à consulta com os exames feitos ganha semanas, e a lista completa está no checklist de exames de fertilidade da Nidavitae.

Como ler a taxa que a clínica apresenta

Uma taxa de sucesso só pode ser comparada com outra quando as duas medem a mesma coisa, no mesmo grupo de pacientes. Antes de se impressionar com um número, faça estas quatro perguntas ao especialista ou à clínica, e anote as respostas.

  1. Por transferência ou por ciclo iniciado?

    A taxa por transferência ignora os ciclos que não chegaram lá. A taxa por ciclo iniciado é a que descreve a chance de quem começa o tratamento.

    Peça as duas
  2. Gravidez clínica ou nascido vivo?

    A taxa de gravidez clínica é sempre maior que a de nascido vivo, porque não conta os abortamentos. O resultado que importa é o bebê em casa.

    Peça nascido vivo
  3. Para qual faixa de idade?

    Uma taxa geral mistura mulheres de 28 e de 43 anos. Peça o número da sua faixa, e pergunte quantos ciclos entraram na conta.

    Peça a sua faixa
  4. Inclui óvulos doados?

    Ciclos com ovodoação têm chance alta e elevam a média geral. Se você vai usar óvulos próprios, esse número não descreve o seu caso.

    Peça só óvulos próprios

Se a clínica não consegue responder às quatro perguntas, o número apresentado não serve para decidir. Se responde, você tem uma base real para comparar, e a comparação deve ser feita sempre com a mesma medida entre uma clínica e outra.

Quer saber a sua chance, na sua idade, com os seus exames?Um especialista parceiro da Nidavitae estima a sua chance por transferência e acumulada, com o custo e o parcelamento antes da consulta.

Estimar a minha chance na FIV

Número de embriões, regra do CFM e o risco de gêmeos

Transferir mais de um embrião pode elevar a chance de gravidez em uma única transferência, mas eleva muito o risco de gestação gemelar, que traz mais prematuridade e complicações para a mãe e para os bebês. Por isso existe um limite legal e uma tendência clínica de transferir um embrião de cada vez.

A Resolução CFM 2.320/2022 define o número máximo de embriões por transferência conforme a idade da mulher: até 35 anos, dois embriões; de 36 a 39 anos, três; com 40 anos ou mais, quatro. O limite sobe com a idade porque a chance de cada embrião se implantar cai. Trata-se de um teto legal, e o especialista costuma ficar bem abaixo dele.

Na prática, a transferência de um único blastocisto de boa qualidade, com os demais congelados para transferências seguintes, mantém a chance acumulada alta e reduz o risco de gêmeos. É a estratégia que a maioria dos especialistas adota hoje para mulheres com embriões de boa qualidade, e é a que costuma dar a melhor relação entre chance e segurança.

Quando a clínica apresenta uma taxa de sucesso por transferência muito alta, pergunte quantos embriões foram transferidos em média. Uma taxa obtida com dois ou três embriões por transferência não se compara com uma obtida com um, e a taxa de gêmeos revela essa diferença.

Exemplo ilustrativo. Carla, 34 anos, fez um ciclo de coleta que gerou três blastocistos de boa qualidade. A primeira transferência, de um embrião, deu beta negativo. A segunda, dois meses depois, com um embrião congelado, resultou em gravidez. Se ela olhasse só a primeira transferência, a taxa do seu caso seria zero. Olhando a chance acumulada do ciclo, ela alcançou a gravidez com os embriões de uma única coleta, sem nova estimulação.

O que aumenta a chance de forma real

O que mais aumenta a chance de sucesso da FIV é não adiar a coleta, porque a idade dos óvulos é o único fator que não volta atrás. Depois disso, existem medidas com efeito comprovado e outras com efeito duvidoso. Separe as duas antes de gastar tempo e dinheiro.

Têm efeito real: o protocolo de estimulação ajustado à reserva ovariana, o cultivo dos embriões até blastocisto, a transferência de um embrião de boa qualidade em endométrio bem preparado, o tratamento de pólipos, miomas e hidrossalpinge antes da transferência, o controle do peso e a interrupção do tabagismo pelos dois parceiros. Em mulheres acima de 38 anos ou com falhas repetidas, o teste genético dos embriões pode reduzir o número de transferências até o nascimento, e o guia PGT-A vale a pena? mostra para quem ele faz diferença.

Têm efeito duvidoso ou não comprovado: repouso absoluto após a transferência, dietas específicas, suplementos sem indicação, terapias adicionais oferecidas como pacote. O especialista deve explicar a evidência de cada item antes de incluí-lo no plano, e a paciente tem o direito de recusar o que não tem base.

A idade no dia da coleta é o único fator que não volta atrás. Todos os outros podem ser trabalhados.

Eu peço à paciente que esqueça a taxa geral da clínica e olhe para dois números: a chance de nascido vivo na faixa de idade dela e a chance acumulada com os embriões de um ciclo. São esses dois que dizem quantas tentativas fazem sentido e quando é hora de mudar a estratégia.

Dra. Mariana Costa Albuquerque, ginecologista e especialista em reprodução humana, CRM-SP 154.322, RQE 61.870, revisora médica da Nidavitae

O que os guias não contam sobre a taxa de sucesso

Quatro detalhes que ficam de fora da maioria dos textos sobre chances da FIV e que mudam a leitura de qualquer número.

A taxa da clínica descreve o grupo, não você
Uma taxa de 100 pacientes da sua faixa de idade mostra a média do grupo. A sua chance individual pode ser maior ou menor, conforme reserva ovariana, útero e fator masculino.
Seleção de pacientes muda a taxa
Clínicas que recusam casos difíceis ou que encaminham cedo para ovodoação apresentam taxas maiores com óvulos próprios. Isso não significa que o laboratório seja melhor.
Chance por tentativa não se soma
Três transferências com chance parecida não somam três vezes a chance. A chance acumulada cresce a cada tentativa, mas cada vez menos, porque quem não engravidou nas primeiras tende a ter fatores mais difíceis.
O SisEmbrio conta ciclos, não pacientes
Os 62.997 ciclos registrados em 2025 incluem mulheres que fizeram mais de um ciclo no mesmo ano. O número de pessoas em tratamento é menor, e a chance por pessoa é maior do que a chance por ciclo.

Quem entende esses quatro pontos deixa de procurar a clínica com a maior taxa e passa a procurar o especialista que explica a chance do seu caso com clareza.

Os erros mais comuns ao comparar taxas de sucesso

A maior parte das decisões erradas sobre onde e quando fazer a FIV nasce de uma leitura apressada dos números. Estes são os quatro erros que mais se repetem.

  • Comparar a taxa por transferência de uma clínica com a taxa por ciclo de outraSão medidas diferentes. A primeira é sempre maior, e a comparação favorece quem escolheu a medida mais generosa.
  • Olhar a taxa geral em vez da taxa da sua faixa de idadeA média mistura mulheres jovens e ciclos com óvulos doados. O seu número é o da sua faixa, com óvulos próprios.
  • Adiar o ciclo para "aumentar a chance" com suplementos ou dietaCada mês de espera depois dos 35 anos reduz a chance mais do que qualquer suplemento acrescenta.
  • Desistir depois de uma transferência negativaA chance acumulada com os embriões de um mesmo ciclo é bem maior do que a de uma transferência isolada. Uma negativa não encerra o ciclo.

Nenhum dos quatro exige estatística para ser evitado. Bastam as quatro perguntas certas e o hábito de olhar a chance acumulada em vez de uma tentativa isolada.

O que fazer com esses números agora

A taxa de sucesso da FIV é uma curva por idade, e você já sabe quais perguntas fazer sobre ela. Estes são os quatro passos que a Nidavitae recomenda, nesta ordem.

  1. Faça os exames de reserva ovariana (AMH e contagem de folículos) e o espermograma do parceiro, se houver. Sem eles, nenhuma chance pode ser estimada.
  2. Leve as quatro perguntas à consulta: medida, resultado, faixa de idade e óvulos doados ou próprios.
  3. Peça a chance acumulada com os embriões de um ciclo e com dois ou três ciclos, para planejar tentativas e orçamento.
  4. Decida a estratégia com o especialista: óvulos próprios, acúmulo de embriões, teste genético ou ovodoação, conforme a sua faixa de idade.

Quantas tentativas fazer antes de mudar de estratégia é a pergunta seguinte, e o guia quantas tentativas de FIV fazer? responde com base na chance acumulada por idade. Para qualquer faixa, a triagem gratuita da Nidavitae indica um especialista parceiro na sua região, que estima a sua chance com base nos exames e mostra o custo e o parcelamento antes da consulta.

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Camila Ferraz, editora de saúde da Nidavitae

Jornalista especializada em saúde, com passagem por redações de ciência e por hospitais de referência. Coordena a produção dos guias da Nidavitae e a checagem das fontes citadas em cada texto. Este guia foi revisado por Dra. Mariana Costa Albuquerque, ginecologista e especialista em reprodução humana (CRM-SP 154.322, RQE 61.870). Conheça a equipe e o método editorial.

Perguntas frequentes sobre a taxa de sucesso da FIV

Qual é a taxa de sucesso da FIV?

Não existe uma taxa única de sucesso da FIV. A chance depende, antes de tudo, da idade da mulher no dia da coleta dos óvulos e da qualidade dos embriões. Até os 35 anos, a chance por transferência é a mais alta; ela cai de forma acentuada depois dos 35 e muito depois dos 40, conforme os relatórios do SisEmbrio e da SBRA.

Qual é a chance de engravidar na primeira FIV?

A chance de engravidar na primeira tentativa de FIV depende da idade e dos exames, e nenhuma clínica pode prometer um número. Para mulheres até 35 anos com boa reserva ovariana, a primeira transferência de um blastocisto de boa qualidade tem chance considerável. Para quem tem 40 anos ou mais, costuma ser preciso mais de uma transferência.

O que é taxa de sucesso por transferência?

Taxa de sucesso por transferência é a proporção de transferências de embrião que resultam em gravidez ou em nascimento. Ela não conta os ciclos cancelados nem os que não geraram embrião para transferir. Por isso costuma parecer maior do que a chance por ciclo iniciado, que inclui todas as mulheres que começaram a estimulação.

Qual é a diferença entre gravidez clínica e nascido vivo?

Gravidez clínica é a gestação confirmada por ultrassom com saco gestacional, em geral na sexta semana. Nascido vivo é o bebê que nasceu. Entre um número e outro existem os abortamentos espontâneos, mais frequentes com o avanço da idade. Ao comparar clínicas, peça sempre a taxa de nascido vivo, que é o resultado que importa.

A taxa de sucesso da FIV depois dos 40 anos é muito baixa?

A chance de FIV com óvulos próprios cai muito depois dos 40 anos, porque a maior parte dos óvulos nessa idade tem alterações cromossômicas. Ela não é zero, e cada caso depende da reserva ovariana e dos exames. É nessa faixa que o especialista compara o acúmulo de embriões com óvulos próprios e a ovodoação, que devolve a chance de uma mulher mais jovem.

Transferir dois embriões aumenta a taxa de sucesso?

Transferir dois embriões pode aumentar a chance de gravidez em uma única transferência, mas eleva muito o risco de gêmeos, com mais complicações para a mãe e para os bebês. A Resolução CFM 2.320/2022 limita o número por idade. Muitos especialistas preferem transferir um único blastocisto de boa qualidade e guardar o restante congelado.

O que é chance acumulada na FIV?

Chance acumulada é a probabilidade de conseguir um nascimento somando todas as transferências feitas com os embriões de um mesmo ciclo de coleta, ou de vários ciclos seguidos. Ela é mais alta do que a chance de uma transferência isolada e é o número mais útil para planejar quantas tentativas fazer e quanto investir.

Como saber se a taxa da clínica é confiável?

Pergunte quatro coisas: se o número é por transferência ou por ciclo iniciado, se é gravidez clínica ou nascido vivo, para qual faixa de idade ele vale e se inclui ciclos com óvulos doados. Uma clínica que responde às quatro perguntas com clareza está sendo transparente. Compare sempre a mesma medida entre clínicas.

O que aumenta a taxa de sucesso da FIV?

O que mais aumenta a chance é não adiar: quanto mais nova a mulher na coleta, melhor a qualidade dos óvulos. Depois vêm a escolha correta do protocolo, o cultivo até blastocisto, a transferência de um embrião de boa qualidade em endométrio preparado, o tratamento de fatores como pólipos e hidrossalpinge, e parar de fumar.

Como começo a FIV com a Nidavitae?

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Os próximos guias para quem está decidindo: o que muda depois dos 40, quantas tentativas fazem sentido e o calendário real de um ciclo.

Quando terminar de ler, a triagem gratuita indica um especialista parceiro para o seu caso, com estimativa de custo e parcelamento.

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